Mileide Mihaile ainda não foi confirmada como rainha de bateria da Unidos da Tijuca, apesar de ter sido aclamadíssima pelo público no último Carnaval. Segundo informações do jornal Extra, o motivo está ligado a um impasse financeiro nos bastidores da agremiação.
Em 2026, Mileide não gastou um centavo pelo cargo de rainha. O convite partiu de um empresário que investiu R$ 390 mil na escola e, com isso, conquistou o direito de indicar uma beldade para o posto.
De acordo com o jornal carioca, para 2027, o presidente Fernando Horta está irredutível sobre a possibilidade de vender o cargo. Ele estipulou um valor ainda maior: para retornar como rainha de bateria, Mileide teria que desembolsar quase R$ 500 mil.
Enquanto Mileide não se posiciona sobre a transação financeira, o presidente da escola já conversa com outras candidatas e recebeu propostas de interessadas.
Em recente entrevista ao colunista Leo Dias, Mileide já havia revelado que não pagou para conquistar o posto de rainha de bateria. Ela, no entanto, não descarta a possibilidade de fornecer uma ajuda financeira aos colegas de agremiação.
“Sou uma rainha super presente. O que a minha bateria precisar, o que o meu mestre precisar, se tiver ao meu alcance, eu estou lá. Estou lá junto. A comunidade precisa, às vezes os ritmistas precisam de alguma coisa. São pessoas que estão ali todos os dias”, destacou Mileide.
A mãe de Yhudy, que, no ano passado, passou por uma cirurgia no cérebro, diz que consegue lucrar com o Carnaval graças a parcerias com marcas, mas admite que participar da folia resulta em uma conta cara.
“Tem bebida, tem produto corporal, tem body splash, tem marcas novas de roupa. E aí a gente vai fazendo todas essas ações com assinantes que eu já tenho durante todo o ano. Eu puxei tudo para o Carnaval. Porque, se não fosse isso, com certeza essa conta não ia fechar”, detalhou.