A cantora Iza brilhou como rainha de bateria da Imperatriz Leopoldinense no Carnaval de 2026, onde ainda revelou o relacionamento com o ator João Vitor Silva. Atualmente com 35 anos e mãe de Nala, de 1 ano e 3 meses, a artista recorreu à estética para estar em sua melhor forma para cruzar a Sapucaí.
Iza, que retorna para o Desfile das Campeãs neste sábado (21), retomou os treinos, ajustou a alimentação e também recorreu a tratamentos dermatológicos com a dermatologista Dra. Aline Vieira, especialmente no período pós-parto, para tratar a qualidade da pele, priorizando a firmeza, textura e melhora do aspecto cansado.
A cantora realizou o ultrassom microfocado (Ultraformer MPT), uma tecnologia que age nas camadas mais profundas da pele para estimular a produção de colágeno e melhorar a firmeza. Esse tratamento foi combinado com o laser Pico, que ajuda a uniformizar a pigmentação e também estimula a pele por um efeito fotoacústico, e com o laser Fotona, indicado para remodelar a pele e melhorar a qualidade geral.
No abdômen, Iza não fez cirurgias plásticas e melhorou a flacidez com três fatores: volta gradual aos exercícios, alimentação equilibrada e tecnologias que atuam na pele e na musculatura. A radiofrequência foi usada para estimular colágeno e o campo eletromagnético focalizado de alta intensidade (Emsculpt) ajudou a ativar a musculatura abdominal de forma intensa, fortalecendo a parede abdominal e contribuindo para prevenir a diástase.
Em entrevista exclusiva para o Purepeople, a Dra. Aline Vieira detalhou os protocolos realizados com Iza e que fizerm toda a diferença em seu corpo para o Carnaval.
De acordo com a Dra. Aline Vieira, um protocolo de tratamento não-cirúrgico pode ser avaliado 6 meses após o parto, mas é importante "respeitar um período mínimo de reorganização fisiológica antes de indicar tecnologias de estímulo dérmico mais intensas".
"No caso da Iza, seguimos uma abordagem progressiva e individualizada. Primeiro avaliamos a qualidade da pele, grau de flacidez e recuperação muscular. Incentivo muito o retorno a atividade física com aumento progressivo de intensidade e uma alimentação equilibrada. A partir do sexto mês indico protocolos não cirúrgicos focados em melhora da firmeza, clareamento de possíveis manchas e hiperpigmentações e reorganização da musculatura abdominal", explica.
Antes de pensar em procedimentos estéticos, logo após o parto, é importante fazer ajustes nos hábitos diários: "Alimentação equilibrada, sono reparador e retomada progressiva da atividade física são os pilares da recuperação metabólica e muscular no pós-parto. [...] Quanto antes esses pilares forem estruturados, melhor tende a ser a resposta fisiológica", indica a dermatologista.
"Os procedimentos dermatológicos e tecnologias corporais funcionam como potencializadores desse processo. Quando associados a hábitos bem estabelecidos, eles aceleram e refinam os resultados. Na minha prática, costumo indicar intervenções mais estruturadas a partir do sexto mês, quando o organismo já passou pela fase inicial de reorganização hormonal e tecidual, permitindo respostas mais previsíveis e seguras", indica a especialista.
No protocolo realizado por Iza, como o Ultraformer (ultrassom microfocado) também é um dos procedimentos mais populares entre as famosas. Segundo a Dra. Aline Vieira, essa tecnologia é muito importante para o pós-parto, uma vez que trata a flacidez sem mudar a autonomia do corpo e com curto tempo de recuperação.
"O Ultraformer (ultrassom microfocado) atua por meio de pontos de coagulação térmica em profundidades específicas, que podem atingir derme profunda e planos fibromusculares superficiais", explica. Segundo a dermatologista, esse estímulo térmico controlado desencadeia dois efeitos principais:
- Contração imediata das fibras de colágeno já existentes, o que pode gerar discreta percepção de firmeza inicial.
- Neocolagênese progressiva, com ativação de fibroblastos e reorganização da matriz extracelular ao longo de semanas e meses.
Uma das preocupações das mulheres após o parto é a diástase funcional. No caso de Iza, foi usado o Emsculpt, um procedimento super tecnológico que utiliza um campo eletromagnético focalizado de alta intensidade que promove contrações na musculatura abdominal, que são muito superiores aos treinos convencionais.
"Imagina treinar um grupamento muscular de forma intensa por 30 minutos? É esse o efeito. Essas contrações mais intensas recrutam profundamente as fibras musculares, aumentam a densidade e espessura muscular, melhoram o tônus da parede abdominal. No contexto de diástase funcional leve a moderada, ele atua como um complemento estratégico ao treino físico, potencializando o fortalecimento do core e auxiliando na reaproximação da musculatura", explica a dermatologista.
"É importante destacar que ele não substitui exercícios nem trata diástases estruturais graves, mas, quando bem indicado, funciona como um acelerador de resultados dentro de um protocolo integrado", encerra a Dra. Aline Vieira.