A disputa pela guarda do filho de Marília Mendonça e Murilo Huff teve um detalhe inédito revelado e que envolve a morte trágica da cantora em acidente de avião em 2021. Na época da tragédia, a família da sertaneja teria tido uma preocupação em relação ao patrimônio da artista.
"Além do choque de perdê-la, havia uma preocupação com o futuro, já que Marília era a maior provedora de tudo. E como pai de Léo, o Murilo poderia requerer não só a guarda, mas também cuidar do patrimônio deixado", disse uma fonte ao jornal "Extra" desta quinta-feira (26).
Por ser pai do único filho de Marília, Murilo Huff seria o responsável pela guarda unilateral do menino além de gerenciar o espólio ex-namorada, de quem teria se separado por causa da sogra. Espólio esse que incluiria tanto os bens materiais como as músicas compostas pela artista.
Acontece que diante da tragédia, Murilo Huff teria aberto mão tanto da guarda do filho quanto de cuidar do patrimônio de Marília, agindo a favor da ex-sogra. Agora, a situação é outra e um alerta de ex-funcionária de Ruth Moreira pode ter sido fundamental para a decisão do sertanejo, acusado de jamais dar "um centavo de pensão".
Passados quase cinco anos da morte de Marília, o espólio segue sem ter sido concluído e o patrimônio da "rainha da sofrência" beira os R$ 500 milhões. Mesmo assim, acontece normalmente o repasse dos direitos autorais em relação às quase 340 músicas e isso vai durar até 1º de janeiro de 2092, após a morte de Marília completar 70 anos.
Por ser menor de idade, Léo só vai poder cuidar dos bens da mãe aos 18 anos, quando chegar à maioridade. Segundo Ruth, ela tem direito a 20% dos bens, o neto, 30% e o escritório da artista, 50%. Hoje, Marília Mendonça "é dona" de cinco empresas e a mãe, de seis: em uma a sociedade é com a filha, uma segunda com o neto, e uma terceira com o marido.