Grávida pela terceira vez, Luma Costa negou que tenha deixado de seguir Marina Ruy Barbosa, de quem foi amiga por mais de duas décadas, no Instagram e voltou a afastar divergência política como causa do rompimento. Em um longo desabafao no seu Stories nesta terça-feira (3), a atriz e empreendedora afirmou que precisa encerrar um ciclo para preservar a paz e a família que construiu, citando também a nova gravidez.
"Meu silêncio é em respeito a uma história que ficou no passado e que eu ainda tento preservar", apontou a mulher do empresário Leonardo Martins, com quem tem Antônio e Eduardo. Em outro trecho, Luma, que não citou o nome de Marina em nenhum momento, alegou que a amizade se encerrou após "todas as tentativas possíveis de ajudar, compreender, acolher e salvar".
"Mas chega um momento em que continuar estendendo a mão significa abandonar a si mesma. E esse é um preço que eu não estou disposta a pagar", garantiu horas após João Vicente de Castro afirmar que Marina é vítima de "tentativa de cancelamento" de forma "covarde".
Leia na íntegra.
"Como eu estou recebendo uma onda de ataques decidi falar algumas verdades: Vamos lá, para início da conversa: eu não dei unfollow em ninguém. Fui removida em mais um dos incontáveis surtos com os quais precisei conviver durante anos. Minutos depois, quase que magicamente, vazou a notícia de que 'paramos de nos seguir'. Me mantive em silêncio.
Em seguida, vieram curtidas em comentários insinuando que o motivo seria político. Oi? Depois, a primeira matéria tendenciosa, numa clara tentativa de conduzir a narrativa e me colocar no lugar de extremista política. Um lugar ao qual nunca pertenci e que não tem absolutamente nada a ver com o que aconteceu.
Mas, claro, essa seria a justificativa perfeita para explicar por que até eu, que permanecei ao lado durante tantos anos, precisei soltar essa mão. O timing pode, sim, gerar interpretações equivocadas. Existem outras situações envolvendo pessoas com posicionamentos políticos diferentes acontecendo simultaneamente. Mas sobre a minha história, posso afirmar categoricamente: não tem nada a ver com política.
Sou contra linchamentos, nunca participei deles e não pretendo começar agora. Não provoquei nada disso. Tudo o que quero é permanecer longe de um caos que nunca escolhi viver, especialmente agora. O que mais me entristece é perceber que, mesmo depois de tantos anos de amizade, de uma história que envolve inclusive meu filho, não houve o menor cuidado em me preservar.
Pelo contrário. Fui exposta para que, mais uma vez, alguém pudesse controlar a imagem. Para mim é profundamente triste assistir à tentativa de conquistar a aprovação daqueles que sempre lhe atiraram pedras, escolhendo, para isso, atirar pedras justamente em quem sempre lhe estendeu a mão.
Uma amizade de tantos anos não termina sem que, da minha parte, tenham existido todas as tentativas possíveis de ajudar, compreender, acolher e salvar. E quem realmente conhece essa história sabe disso. Mas chega um momento em que continuar estendendo a mão significa abandonar a si mesma. E esse é um preço que eu não estou mais disposta a pagar.
Preciso encerrar esse ciclo. Preciso perservar a paz que construí, a família que amo e a vida que estou gerando. Espero sinceramente que esta seja a última vez que eu precise me manifestar sobre esse assunto. Meu silêncio é em respeito a uma história que ficou no passado e que eu ainda tento preservar.
E talvez seja melhor para todos que eu continue em silêncio.