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Vestidos esvoaçantes e muita estampa no desfile da Dior em homenagem à África

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Maria Grazia Chiuri segue fazendo mudanças no mundo da moda à frente da Dior. Em sua coleção resort, ou cruise, como são chamados os desfiles que antecedem as tendências de Verão, a estilista contou com profissionais africanos na colaboração de sua coleção. Estilistas, artesãos e antopólogos ajudaram a homenagear a África. Ponto alto da noite para a camisa com estampa de Nelson Mandela e a homenagem ao estilista Yves Saint Laurent.

Ambientada em Marrakech, o desfile da temporada Resort 2020 da Dior, também chamado de Cruise Colection, foi impactante e inclusivo. A estilista Maria Grazia Chiuri contou com a colaboração de vários artesãos e estilistas locais para compor a coleção. Os desfiles resorts servem para anteceder as tendências de verão do hemisfério Norte. Na passarela, peças em tons terrosos, vestidos fluidos, tons de verde, índigo e preto, além de muita estampa em homenagem à cultura africana puderam ser apreciados.

"Tradições e modos de vida que são tão válidos quanto os nossos", diz trecho de citação

Apesar de tudo, Maria Grazia Chiuri cruzou uma linha tênue entre apreciação cultural e apropriação cultural. O desfile, apesar de gracioso, teve uma certa tensão enfrentada pela estilista apresentado em uma palácio em ruínas. Estampas de cartas de tarô revisitando o famoso 'toile de Jouy', e citações do livro "Racismo explicado à minha filha", do escrito franco-marroquino Tahar Ben Jelloun, apareceram em toda a coleção com os dizeres: " "Culture teaches us to live together, teaches us that we're not alone in the world, that other people have different traditions and ways of living that are just as valid as our own", em tradução: "a cultura nos ensina a viver juntos, nos ensina que não estamos sozinhos no mundo, que outras pessoas têm diferentes tradições e modos de vida que são tão válidos quanto os nossos". As citações já viraram um clássico nas coleções da estilista.

Time de especialistas do Marrocos colaborou com o desfile

Descrevendo sua coleção como "um mapa do mundo", Maria Grazia Chiuri convidou vários especialistas para colaborar em seu desfile. A designer britânica e jamaicana Grace Wales Bonner e a artista afro-americana Mickalene Thomas reinventaram a jaqueta Taller Bar da Dior e a silhueta New Look; o criador de camisas sul-africano Pathé'O projetou uma camisa para a coleção em homenagem a Nelson Mandela; e a chapeleira da Dior, Stephen Jones, colaborou com as colegas Martine Henry e Daniella Osemadewa com turbantes e faixas de cabeça.

Homenagem a Yves Saint Laurent foi o ponto alto da noite

Uma homenagem a Yves Saint Laurent, que no final de 1950 assumiu a direção criativa da maison francesa, e sempre mostrou esse fascínio pela África, impactou os convidados. O estilista se inspirou no Norte da África ao longo da carreira e Maria Grazia Chiuri revisitou esse passado. A beleza do desfile foi o mais natural possível, dando destaque para as peças da coleção.

(Por Bianca Lobianco)

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