Vini Jr. vive o auge da carreira e assumiu de vez o protagonismo da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026. O camisa 7 balançou as redes em todos os jogos da primeira fase, contra Marrocos, Haiti e Escócia, consolidando seu nome como a principal referência ofensiva da equipe. Por trás desse desempenho, no entanto, existe um intenso trabalho de recuperação física, prevenção de lesões e preparação de alto rendimento conduzido por Thiago Lobo, gestor de saúde e performance do jogador.
A trajetória do profissional, formado pela Universidade Santa Cecília (Unisanta), ganhou destaque justamente por acompanhar a evolução do atacante desde 2019. Segundo reportagem publicada pelo portal da instituição, a formação acadêmica e a busca constante por aperfeiçoamento foram fundamentais para que Thiago se tornasse um dos nomes mais respeitados da fisioterapia esportiva.
Depois da graduação em Fisioterapia, Thiago Lobo investiu em especializações nas áreas de Fisioterapia Traumato-Ortopédica e Desportiva, Fisiologia do Exercício e Posturologia, além de diversos cursos voltados à reabilitação e biomecânica.
"Eu acredito em processo de formação e, dentro desse conceito, sigo buscando conhecimento e ferramentas que me ajudem a melhorar minha capacidade de solucionar problemas e ajudar pessoas", explicou.
Sua carreira passou pelo Santos Futebol Clube, pelas categorias de base da Seleção Brasileira e também pelo futebol europeu. Em 2016 trabalhou com Gabriel Barbosa, o Gabigol, na Itália, depois atuou em Portugal e, em 2019, foi convidado para integrar a equipe responsável pela preparação física de Vinicius Jr., em Madrid, onde supostamente permanece até hoje.
O trabalho desenvolvido com Vini Jr. vai muito além das sessões tradicionais de fisioterapia. Conforme revelou reportagem da ESPN em 2022, após cada partida é realizada uma análise minuciosa do desempenho do atacante.
São avaliados indicadores como tempo em campo, distância percorrida, deslocamentos em alta velocidade, além de exames realizados por aparelhos de termografia capazes de identificar áreas de sobrecarga muscular. Também entram na avaliação exames clínicos, ortopédicos, níveis proteicos e hidratação.
Entre eles estão sessões em câmera hiperbárica, neuromodulação, trabalhos ativos de academia, fortalecimento muscular com equipamentos específicos e diversas estratégias de recuperação, tudo realizado sem que o atleta precise sair de casa.
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