No auge da autocrítica, Virgínia Fonseca afirma que não se considera uma boa rainha de bateria e expõe o motivo
Publicado em 23 de novembro de 2025 às 15:07
Por Matheus Queiroz | Notícias dos famosos, TV e reality show
Jornalista por vocação, apaixonado por música, colecionador de CDs e neto perdido de Rita Lee.
Virgínia Fonseca substitui Paolla Oliveira no cargo de rainha de bateria da Grande Rio.
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Virgínia Fonseca respondeu com sinceridade sobre seu desempenho à frente da Grande Rio. A influenciadora assumiu o espaço deixado por Paolla Oliveira. Lucas Guedez questionou a amiga se ela se considera uma boa rainha de bateria e ouviu um “não”. A cena foi ao ar no “Sabadou com Virgínia” deste sábado (22).

“Vou ser bem sincera. No momento, não. Não me sinto uma boa rainha porque eu estou começando”, iniciou Virgínia, atacada por uma amiga de Ana Castela recentemente.

Virgínia comemorou que ainda tem tempo de evoluir. “Eu acho que tudo tem um começo, a gente tem que melhorar, tem que aprender. Eu sinto que estou no processo de aprendizado, e graças a Deus que eu ainda tenho tempo para isso”, pontuou.

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Virgínia destacou que o principal desafio é o samba no pé, que tem recebido críticas. “O mais desafiador tem sido entregar um samba muito bom. Porque, de resto, estar lá, ajudar, poder me conectar com as pessoas, eu sinto que isso é muito fácil, eu gosto. É uma coisa que tem sido muito leve pra mim. Agora, o fato do samba e a pressão… Tá todo mundo olhando praquilo. Antes era a Paolla Oliveira, então é mais pressão ainda.” 

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VIRGÍNIA FONSECA GANHOU DEFESA DE ADRIANE GALISTEU APÓS VIRAR RAINHA DE BATERIA

Virgínia foi defendida por uma veterana do Carnaval carioca que teve o samba no pé criticado nos últimos tempos. Trata-se de Adriane Galisteu. A musa da Portela não se opôs à chegada da novata ao cargo.

"Mesmo que ela não esteja acostumada com o Carnaval, ela foi convidada. É genuíno que ela esteja lá. Por que não? A Grande Rio escolheu ela e tudo bem, assim como um dia escolheu outras pessoas também", destacou Galisteu em um episódio de sua série documental “Barras Invisíveis”.

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Galisteu também se defendeu dos ataques contra ela. "Não existe essa censura, essa chatice, uma militância onde não combina a militância. Se tem um lugar que não combina essa bandeira, é no Carnaval. Porque senão o Carnaval vai deixar de ser o Carnaval, para virar uma outra coisa”, argumentou.

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