‘Cartão cancelado e conta zerada’: Adriane Galisteu abandonou carreira por Ayrton Senna, mas família do piloto a deixou sem um centavo após morte
Publicado em 12 de novembro de 2025 às 10:06
Por Matheus Queiroz | Notícias dos famosos, TV e reality show
Jornalista por vocação, apaixonado por música, colecionador de CDs e neto perdido de Rita Lee.
Adriane Galisteu ganhava uma mesada de Ayrton Senna, que foi instantaneamente cortada pela família do piloto.
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Adriane Galisteu expôs uma série de informações sobre a relação com a família de Ayrton Senna na série documental “Meu Ayrton por Adriane Galisteu”, da HBO Max. A apresentadora, que, recentemente, fez uma revelação sobre o passado com Angélica, afirma que teve uma mesada cortada após a morte do piloto, em maio de 1994.

Adriane era uma modelo em ascensão na carreira, mas Senna pediu que ela parasse de trabalhar para acompanhá-lo em sua atribulada rotina. Na época, ela ganhava de R$ 3 mil a R$ 5 mil com ensaios fotográficos e presenças em eventos - foi assim, aliás, que os dois se conheceram.

Senna, então, ofereceu R$ 6 mil, um valor que, com as devidas correções, equivaleria a cerca de R$ 53 mil, além de um cartão para despesas pessoais. O dinheiro era depositado diretamente na conta da sogra, Ema, para o sustento dela.

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Desempregada e mais de um ano longe de sua atuação profissional, Galisteu se viu completamente sem dinheiro quando Senna morreu. "Ele me deu um cartão do Banco Nacional. Ele era o garoto-propaganda na época. Dias depois da morte, fui usar o cartão e descobri que estava cancelado e a conta zerada. Pensei: 'o que vou fazer agora? Como vou viver?'", conta ela no documentário.

A mãe de Senna, Neyde, deu uma quantia em dinheiro para Galisteu, mas que seria suficiente apenas para dois meses. Foi Braguinha, grande-braço direito do piloto, quem pagou a mesma mesada para a jovem até que ela reconstruísse a vida financeira. 

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SÉRIE DE ADRIANE GALISTEU SOBRE AYRTON SENNA RELEMBRA GRAMPO TELEFÔNICO POLÊMICO

“Meu Ayrton Por Adriane Galisteu” trata do polêmico grampo que a família fez no telefone da casa do piloto, com o objetivo de arruinar o relacionamento. Galisteu recebeu ligações de ex-namorados durante os quatro meses em que o telefone ficou grampeado. Apesar de as conversas não serem comprometedoras, o dossiê foi entregue a Ayrton no dia 30 de abril de 1994, um dia antes de ele vir a óbito.

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“Eles juntaram as gravações e levaram para o Ayrton ouvir na véspera dele morrer. Leo [irmão] foi quem levou. Era um ex-namorado ligando para Adriane. Em determinado momento, ele pergunta quem era melhor de cama e ela ria, não respondia. Depois, teve ligação do ex-namorado dizendo que Ayrton era cafona por conta das roupas que usava. Eram umas bobagens assim", conta Luiza Braga, viúva de Braguinha.

Segundo Luiza, Ayrton ouviu as ligações, mas a reação foi bem diferente do que a família esperava. "Ayrton ouviu tudo, falou com Adriane ainda lá em casa sobre as gravações. 'Quando chegar no Algarve, vou te colocar no colo e te dar umas palmadas', ele disse para ela. Ou seja, nem Ayrton achou tão ruim assim o conteúdo. Mas para o pai e a mãe, alguém rir com o ex-namorado era algo de outro planeta. Eles queriam provar para o Ayrton que a Adriane Galisteu era puta.”

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