A verdade por trás da voz: dublador do Capitão América, hoje hospitalizado, teve participação fundamental no novo filme 'Peaky Blinders'; entenda
Publicado em 1 de abril de 2026 às 19:41
Por Luiz Eugênio de Castro | Reality show, redes sociais e TV
Leonino apaixonado por entretenimento e cultura pop! Filho legítimo de Britney Spears e obcecado pela Anitta, claro!
Voz brasileira de personagens icônicos, como Capitão América e Damon Salvatore, o artista enfrentou o desafio de concluir a jornada de Tommy Shelby.
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O que aconteceu com Clécio Souto no último domingo (29) não só acendeu um alerta necessário sobre saúde mental, como também jogou luz em um lado do audiovisual que a gente raramente para pra pensar: o desgaste emocional de quem dá voz a personagens densos. E, ironicamente, Clécio atravessa esse momento justo quando um de seus trabalhos mais pesados chega ao streaming: "Peaky Blinders: O Homem Imortal".

Novo filme de 'Peaky Blinders' tem história sombria com lutos

O filme, que já está na Netflix, coloca um ponto final na saga de Thomas Shelby (Cillian Murphy). A trama joga o protagonista no meio da Segunda Guerra Mundial, em um cenário muito mais sombrio do que o da série, cheio de luto e acertos de contas.

Diferente da pegada de "ação pura" que alguns episódios da série tinham, o longa escrito por Steven Knight é introspectivo. A história foca em um Tommy Shelby exilado, que precisa voltar ao jogo para encarar uma conspiração nazista que ameaça sua família e a economia britânica.

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Mas a grande questão aqui não são os tiros ou as estratégias, e sim o cansaço. O poder do personagem agora aparece no silêncio, no desgaste e naquela frieza que já não é mais a mesma...

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Clécio se entrega de corpo e alma na dublagem

É aí que o trabalho do Clécio Souto se torna o pilar da versão brasileira! A atuação do Cillian Murphy nesse filme exige um equilíbrio muito fino entre o controle total e o colapso emocional.

Na dublagem, o Clécio seguiu esse caminho: é uma interpretação contida, densa. O peso está na respiração, nas pausas dramáticas. É aquele tipo de trabalho que a gente não nota de cara porque ele se mistura perfeitamente à cena, mas é o que segura a emoção de quem está assistindo. Ele já vinha construindo esse Tommy há anos, mas no filme, a exigência foi para outro nível.

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Ver o Clécio de novo no papel traz aquela segurança para o fã brasileiro. Ter a mesma voz em um encerramento desses não é o que mantém a conexão afetiva do público com o personagem, mesmo com nomes novos chegando ao elenco, como Rebecca Ferguson e Barry Keoghan.

E não é de hoje que o Clécio encara "pedreiras" assim. Com 30 anos de estrada, ele é o cara por trás de vozes icônicas como o Capitão América, Castiel, Damon Salvatore e o Daemon de "House of the Dragon". Todos têm algo em comum: são personagens que dizem muito mais pelo subtexto do que pelo grito.

Clécio celebrou dublagem em 'Peaky Blinders'

No dia 21 de março, Clécio chegou a postar nas redes sociais um convite para os fãs assistirem ao filme, comemorando o fim desse ciclo. Pouco tempo depois, no dia 29, veio a carta que preocupou todo mundo, revelando o quadro de sofrimento emocional. Felizmente, a rede de apoio funcionou, ele foi socorrido e, segundo a família, segue estável e em acompanhamento.

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