A explicação do filme 'A Grande Inundação', TOP 1 da Netflix: a verdade por trás do dilúvio e do loop temporal vai dar um nó na sua cabeça
Publicado em 26 de dezembro de 2025 às 10:49
Por Hernane Freitas | Colaborador TV e celebs
Amante do universo pop e das celebridades em geral. Não vivo sem música, uma boa xícara de chá verde e te dou as melhores recomendações de doramas.
O final de 'A Grande Inundação' é um quebra-cabeça que vai te deixar pensando! Será que o dilúvio foi real? A mãe An-na é quem parece ser? E qual o segredo por trás do misterioso loop temporal que domina o filme?
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O final de 'A Grande Inundação', atualmente o filme mais assistido da Netflix Brasil, foi pensado para confundir mais do que confortar. Depois de acompanhar uma história que parece realista, centrada em uma mãe tentando salvar o filho durante uma enchente apocalíptica, o filme revela que a tragédia é apenas parte de algo muito maior

Ao chegar aos minutos finais, surgem dúvidas inevitáveis: o dilúvio aconteceu de verdade? An-na é humana? E qual é o verdadeiro sentido do loop temporal? O Purepeople destrinchou o final e te explica tudo nesta matéria.

[Atenção: este texto contém spoilers do filme mencionado. Caso você não queira vê-los, aconselhamos que não continue a leitura].

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O dilúvio foi real?

Sim, a inundação existiu, mas apenas até certo ponto. O desastre começa após um asteroide atingir a Antártida, derretendo as geleiras e elevando o nível do mar de forma irreversível. Cidades inteiras são engolidas, e a humanidade passa a encarar a própria extinção. Isso é real dentro do universo do filme, especialmente até o momento em que An-na e Ja-in chegam ao telhado do prédio com a ajuda de Hee-jo.

A partir desse ponto, o que o público acompanha deixa de ser o mundo físico como ele existia. O filme muda de perspectiva e revela que os acontecimentos seguintes já fazem parte de um experimento.

O que é o loop temporal mostrado no filme?

No telhado, An-na descobre que seu papel vai além da sobrevivência. Ela é uma pesquisadora ligada ao Centro Darwin, uma organização criada para evitar o desaparecimento da humanidade, e seu trabalho envolve o Motor da Emoção, uma tecnologia desenvolvida para permitir que seres sintéticos tenham sentimentos reais.

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Com o fim da Terra cada vez mais próximo, An-na propõe um experimento radical. Ela entende que emoções não podem ser programadas artificialmente, mas precisam ser vividas, então é a partir daí que surge o loop temporal, uma simulação construída a partir do pior dia de sua vida: a grande inundação.

Dentro desse ambiente sintético, An-na revive o mesmo dia repetidas vezes e sempre que falha em encontrar o filho Ja-in, o tempo reinicia. O ciclo se repete indefinidamente até que a mãe consiga se conectar com a criança de forma genuína e expressar suas emoções. Caso isso nunca aconteça, o Motor da Emoção falha e a humanidade não tem futuro.

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Quem é Ja-in de verdade?

Outro ponto central do final é a revelação de que Ja-in não é o filho biológico de An-na. Ele é Newman-77, uma criança criada especialmente para o experimento e desenvolvida para crescer entre humanos e aprender emoções reais, funcionando como a peça-chave para validar o Motor da Emoção.

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A missão de An-na, portanto, vai muito além de salvar quem ela acredita ser seu filho, mas também provar que é possível criar um vínculo emocional verdadeiro mesmo em um contexto artificial.

O que acontece no final do filme?

Após inúmeras repetições dentro da simulação, An-na finalmente consegue encontrar Ja-in ao se lembrar do lugar em que costumava esconder o filho. Esse momento encerra o loop temporal e comprova que o experimento foi bem-sucedido. Na cena final, An-na e Ja-in observam a Terra do espaço, indicando que o Motor da Emoção foi concluído e que um novo futuro pode ser iniciado.

An-na é humana ou sintética?

O filme encerra sem responder isso de forma clara. A An-na do final pode ser a mulher original, com suas memórias recuperadas após o experimento, ou uma versão sintética criada a partir dessas lembranças. Essa ambiguidade é proposital e reforça a principal reflexão do longa.

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'A Grande Inundação' termina sugerindo que, quando há memória e emoção verdadeira, a diferença entre humano e artificial não importa. O maior mistério não está no dilúvio, mas na definição do que realmente significa ser humano.

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