Dra. Nancy, fisioterapeuta: 'Nunca é tarde para começar, e os benefícios podem ser percebidos tanto no presente quanto a longo prazo'
Publicado em 12 de junho de 2026 às 09:19
Por Clara Espíndola | Colaboradora | TV, beleza e famosos
Viciada em novela desde criança, Clara é apaixonada por beleza, criada no teatro e troca qualquer programa por uma boa noite de fofoca.
Manter-se ativo após os 65 anos é um dos segredos para preservar a independência e desfrutar de uma melhor qualidade de vida
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A partir dos 65 anos, manter-se fisicamente ativo é um dos melhores investimentos que você pode fazer na saúde e na qualidade de vida. Com o passar do tempo, o corpo perde naturalmente massa muscular, força, equilíbrio e flexibilidade, o que pode dificultar tarefas cotidianas tão simples como subir escadas, levantar-se de uma cadeira ou caminhar com a mesma segurança de antes. 

A prática regular de exercícios e manter-se em movimento diariamente ajudam a retardar esse processo, preservando a mobilidade e a autonomia por mais anos.

Além disso, essa atividade física também reduz o risco de quedas, uma das principais causas de lesões e perda de independência em idosos. É importante, ainda, realizar atividades que trabalhem a força, o equilíbrio e a coordenação, pois contribuem para melhorar a estabilidade e a confiança ao se movimentar.

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A fisioterapeuta Dra. Nancy propõe uma série de exercícios que, como ela mesma diz em seu vídeo, “se você tem 65 anos ou mais, ajudam a manter a mobilidade, prevenir quedas e continuar fazendo as coisas que você gosta. Nunca é tarde para começar: o seu eu do futuro vai agradecer”.

Rotina de exercícios para manter a mobilidade e a estabilidade em pessoas com mais de 65 anos

Manter a mobilidade e prevenir quedas é fundamental para pessoas com 65 anos ou mais, afirma a especialista, e “praticar os exercícios adequados pode ajudar a continuar desfrutando das atividades cotidianas e contribuir para um envelhecimento mais saudável e ativo”.

Esta rotina concentra-se em “movimentos essenciais para preservar a independência, a força e o equilíbrio”. E a fisioterapeuta lembra que “nunca é tarde para começar, e os benefícios podem ser percebidos tanto no presente quanto a longo prazo”.

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1. Toques de tornozelo em pé
© Reprodução, TikTok @dr.nancy.dpt

Consiste em elevar levemente um pé e tocar o chão com a ponta do pé enquanto se mantém o equilíbrio. Melhora a estabilidade e a coordenação, aspectos fundamentais para prevenir quedas e ganhar segurança ao caminhar. 

2. Abdução do quadril
© Reprodução, TikTok @dr.nancy.dpt

É realizada levantando uma perna para o lado enquanto se permanece em pé.

Fortalece os músculos do quadril e dos glúteos, essenciais para manter uma boa postura, caminhar com estabilidade e proteger as articulações. “Se necessário, pode ser feito apoiando-se em uma parede ou em uma cadeira”, recomenda a especialista.

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3. Flexões apoiadas na parede
© Reprodução, TikTok @dr.nancy.dpt
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Uma versão suave das flexões tradicionais, utilizando uma parede como apoio. Este exercício fortalece braços, ombros e peito sem submeter as articulações a uma carga excessiva. Também ajuda a manter a força necessária para as atividades cotidianas.

4. Supino com halteres
© Reprodução, TikTok @dr.nancy.dpt

Consiste em levantar halteres da altura dos ombros até esticar os braços acima da cabeça. Melhora a força dos ombros e dos braços, facilitando tarefas como alcançar objetos em prateleiras ou levantar sacolas de compras, por exemplo.

5. Sentar-se e levantar-se de uma cadeira
© Reprodução, TikTok @dr.nancy.dpt

Envolve passar da posição sentada para a posição em pé repetidamente, sem a ajuda das mãos, se possível. Este é um dos exercícios mais recomendados para idosos, pois fortalece as pernas e os glúteos, melhora a autonomia e reduz o risco de quedas.

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6. Subida no step com halteres
© Reprodução, TikTok @dr.nancy.dpt

Consiste em subir e descer de um degrau ou plataforma segurando halteres leves. Os benefícios que oferece são o fortalecimento das pernas, glúteos e core, além de melhorar o equilíbrio e a capacidade de subir escadas, uma habilidade fundamental para manter a independência.

Incorporar esses exercícios à rotina habitual “pode melhorar significativamente a qualidade de vida, ajudando a preservar a mobilidade, a força e a confiança nos movimentos diários. O segredo está na constância: o esforço feito hoje pode se traduzir em mais independência e bem-estar nos próximos anos”, conclui a fisioterapeuta

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