Há 33 anos e hoje apoiador de Jair Bolsonaro, Ratinho se envolveu em escândalo político com grave acusação envolvendo repasse de dólares; recorde
Publicado em 16 de março de 2026 às 10:19
Por Guilherme Guidorizzi | Notícias da TV, novelas e famosos
Escreve sobre novelas e entrevista o elenco para trazer as novidades dos próximos capítulos. Produz conteúdos sobre famosos e TV.
Ratinho em xeque! Após polêmica declaração, o apresentador enfrenta investigação do Ministério Público Federal. Mas essa não é a primeira vez que o comunicador se vê em meio a um escândalo. Uma antiga denúncia envolvendo repasse de dólares e a venda de mandatos parlamentares pode resurgir e trazer novas turbulências
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Ratinho pode ser penalizado pelo Ministério Público Federal após o órgão aceitar denúncia de Erika Hilton (PSOL-SP). Na semana passada, o apresentador fez discurso de teor transfóbico contra a deputada, que ganhou apoio do SBT em um primeiro momento. Depois, o canal fundado por Silvio Santos (1930-2024) reforçou a parceria com Carlos Roberto Massa, seu sócio na produção do programa que leva o nome do comunicador.

Muitos sabem que Ratinho antes de estrear na CNT e estourar na Record em 1997 passou pela Câmara dos Deputados, em Brasília. E em 1993, o hoje apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro se viu envolvido em uma denúncia que partiu do então deputado pelo PPB e por pouco não perdeu seu mandato, que exerceu de 1991 a 1995.

Que escândalo envolvendo dólares é esse e que custou a cassação de três parlamentares? O Purepeople te conta a seguir!

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Qual foi a denúncia contra Ratinho?

Naquele 1993, Ratinho e mais 12 deputados trocaram de partido, do PRN para o PSD, curiosamente hoje sigla na qual está o filho mais velho do apresentador, Ratinho Jr., governador do Paraná em segundo mandato seguido. Álvaro Dias, governador do Paraná de 1987 a 1991, Jair Bolsonaro e Oswaldo Reis denunciaram uma venda de mandato, escândalo conhecido como "PSDólar".

Uma comissão indicou que alguns parlamentares ganharam de 30 mil dólares a 85 mil dólares para migrarem para o PSD, visando as eleições de 1994, de acordo com o jornal "O Estado de S.Paulo" em 9 de dezembro de 1997. É importante destacar que Ratinho foi citado nessa venda, porém não houve provas suficientes para cassá-lo.

Ratinho quis impedir venda de brinquedos polêmicos

Isso ocorreu ainda com outros oito deputados, de estados como Bahia, Alagoas e Maranhão. Mais recentemente envolvido em acusação de racismo contra um bailarina, Ratinho chegou à Brasília com menos de 34 mil votos e em quatro anos apresentou só três projetos de lei. 

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E todos sequer foram à votação. Um deles impedia a fabricação/venda de brinquedos que reproduzissem armas de fogo.

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