'Tão eficaz quanto o Minoxidil': dermatologista revela 'superpoder' do óleo de alecrim em alopécia, doença revelada por Xuxa, Juliette e + famosas
Publicado em 9 de setembro de 2025 às 18:46
Por Rahabe Barros | Reality show e TV
Carioca, libriana e apaixonada pelo mundo de celebs, memes, música e reality show. Setorista de Bruna Marquezine no site (amo!).
Moderação, diluição e higiene são essenciais para garantir os benefícios e evitar prejuízos ao couro cabeludo
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Os óleos essenciais vêm sendo utilizados há séculos em rituais de beleza, especialmente para fortalecer os fios e estimular o crescimento capilar. Práticas como a Ayurveda e outras tradições antigas sempre valorizaram o uso de extratos naturais, e hoje, mais do que nunca, esses ingredientes ganharam espaço nas rotinas de cuidados com os cabelos.

Entre todos eles, o óleo de alecrim se destacou nos últimos anos, impulsionado pelas redes sociais - especialmente o TikTok - e por promessas de crescimento acelerado dos fios, um "superpoder" em alopécia, doença revelada por Xuxa, Juliette e mais famosas. Mas será que ele realmente funciona?

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O que os especialistas dizem sobre óleos e crescimento capilar?

De acordo com o tricologista Mark Blake, a crença no poder dos óleos capilares se sustenta, em parte, por seus benefícios hidratantes. “As pessoas presumem que massagear o couro cabeludo com azeite de oliva, óleo de gergelim, óleo de girassol ou óleo de alecrim é benéfico porque hidrata o couro cabeludo (o que de fato acontece) ou potencialmente ajuda a reduzir a inflamação e promover o crescimento capilar”, explica.

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No entanto, Blake faz um alerta importante: o uso inadequado pode causar mais mal do que bem. “O principal problema é que as pessoas não removem esses óleos, e isso pode criar uma série de problemas. O pior erro é deixar os óleos no couro cabeludo durante a noite, pois o produto se deteriora durante a noite e se mistura com leveduras, bactérias e fungos que já estão presentes no couro cabeludo, além de parasitas como o demodex.”

Esses microrganismos microscópicos vivem naturalmente na pele humana, mas podem se proliferar em ambientes oleosos, agravando quadros de coceira, irritação e até ressecamento.

Óleo de alecrim: funciona mesmo?

Entre os óleos essenciais, o óleo de alecrim tem sido o mais pesquisado e elogiado. Segundo o dermatologista consultor Dr. Derrick Phillips à Elle: “Acredita-se que o óleo de alecrim melhora a circulação do couro cabeludo e reduz a inflamação ao redor dos folículos capilares".

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Ele cita um estudo que comparou o óleo de alecrim com o minoxidil, medicamento amplamente usado para tratar a queda de cabelo:

“Um estudo descobriu que o óleo de alecrim foi tão eficaz quanto o Minoxidil no tratamento da alopecia androgenética, porém, foi comparado ao Minoxidil a 2% em vez da solução a 5% comumente recomendada para queda de cabelo".

Ainda assim, os resultados não são imediatos, e o uso requer regularidade e cuidados. “As possíveis desvantagens do óleo de alecrim incluem o risco de irritação da pele se não for diluído corretamente, além de não ser uma solução rápida e exigir uso consistente para ver resultados”, afirma Phillips.

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Para quem busca uma alternativa mais suave, a água de alecrim (infusão da planta em água quente) pode ser uma opção com menor risco de reação, embora seus efeitos sejam menos potentes.

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