Por que a Copa de 2026 será dividida entre três países? Entenda estratégia inédita da FIFA para o novo Mundial
Publicado em 22 de maio de 2026 às 18:34
Por Luiz Eugênio de Castro | Reality show, redes sociais e TV
Leonino apaixonado por entretenimento e cultura pop! Filho legítimo de Britney Spears e obcecado pela Anitta, claro!
Com 48 seleções e 104 jogos, a Copa do Mundo de 2026 obrigou a FIFA a tomar uma decisão inédita na história do torneio
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A Copa do Mundo de 2026 promete entrar para a história muito antes da final! Pela primeira vez, o torneio será realizado em três países diferentes ao mesmo tempo: Estados Unidos, Canadá e México dividirão a organização daquele que já é tratado pela FIFA como o maior Mundial de todos os tempos.

Mas a decisão não aconteceu apenas por simbolismo ou integração entre nações. O motivo principal envolve uma mudança radical no formato da competição e um desafio logístico gigantesco.

O principal motivo: a Copa cresceu

Segundo informações oficiais da FIFA, a edição de 2026 marcará a estreia do novo formato com 48 seleções participantes. Até a Copa do Catar, em 2022, eram 32 equipes disputando o título. Na prática, isso transformou completamente a dimensão do torneio.

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Além do aumento de países classificados, o Mundial também saltou para 104 partidas no total, um número recorde na história da competição. Com mais jogos, mais delegações, mais torcedores e mais profissionais envolvidos, a FIFA precisou pensar em uma estrutura muito maior para conseguir organizar o evento. E é justamente aí que entra a escolha pelos três países-sede!

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Estrutura necessária ficou grande demais para um único país

De acordo com a entidade, a Copa de 2026 terá 16 cidades-sede espalhadas pela América do Norte. O objetivo é distribuir estádios, centros de treinamento, hotéis, aeroportos e operações logísticas em uma área ampla, capaz de suportar o fluxo recorde de pessoas esperado para o torneio.

Os Estados Unidos concentrarão a maior parte da competição, com 78 jogos. Canadá e México receberão 13 partidas cada.

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Na prática, a FIFA aproveitou uma vantagem estratégica da região: a infraestrutura já consolidada dos três países, especialmente dos Estados Unidos, que contam com alguns dos maiores estádios do planeta e forte capacidade hoteleira e aeroportuária.

‘Nova Copa’ obrigou a FIFA a mudar a lógica do torneio

Segundo o portal esportivo Lance!, a expansão da Copa foi determinante para que a FIFA optasse por dividir o Mundial entre mais de uma nação. O veículo destaca que o crescimento do torneio aumentou significativamente as demandas de deslocamento, hospedagem e operação para seleções e torcedores. Ou seja: não se trata apenas de “ter estádios suficientes”.

A competição agora exige mais centros de treinamento, mais rotas aéreas, mais hotéis, maior mobilidade urbana e cidades preparadas para receber milhões de turistas simultaneamente. Por isso, sediar sozinho um Mundial desse tamanho passou a ser uma tarefa muito mais complexa.

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México fará história e Canadá viverá estreia inédita

A Copa de 2026 também terá marcos simbólicos importantes. O México se tornará o primeiro país da história a sediar três Copas do Mundo masculinas. Antes disso, os mexicanos receberam o torneio em 1970 e 1986.

Já o Canadá viverá uma estreia: será a primeira vez que o país sediará partidas de um Mundial masculino.

Os Estados Unidos, por sua vez, voltam ao centro do futebol internacional após terem recebido a Copa de 1994, edição que até hoje é lembrada pelo enorme sucesso comercial e de público.

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A escolha também envolve dinheiro, audiência e estratégia global

Além da logística, há outro fator decisivo por trás da escolha da FIFA: o potencial econômico da América do Norte.

A entidade aposta que a Copa de 2026 será a mais lucrativa da história, graças ao peso comercial dos Estados Unidos, ao turismo internacional e à enorme capacidade de consumo da região.

Com cidades altamente turísticas, grandes marcas globais envolvidas e estádios gigantescos, o torneio deve movimentar cifras bilionárias e ampliar ainda mais o alcance mundial da competição.

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