Transfusão de sangue, adeus à gin tônica e mais: os bastidores inéditos de como Rainha Elizabeth II prolongou vida após diagnóstico de câncer
Publicado em 15 de outubro de 2025 às 11:31
Por Matheus Queiroz | Notícias dos famosos, TV e reality show
Jornalista por vocação, apaixonado por música, colecionador de CDs e neto perdido de Rita Lee.
Segundo livro, Rainha Elizabeth recebeu o diagnóstico de mieloma múltiplo semanas após a morte do marido, Príncipe Phillip.
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Rainha Elizabeth II morreu em setembro de 2022, um ano após descobrir um tipo de câncer que se origina na medula óssea. O livro “The Royal Insider”, escrito pelo ex-mordomo Paul Burrell, traz detalhes surpreendentes sobre os últimos meses de vida da monarca.

Elizabeth recebeu o diagnóstico de mieloma múltiplo semanas após a morte do marido, Príncipe Phillip. Os médicos revelaram que a doença era grave e ela teria se limitado a dizer: “É uma pena”.

Os médicos acreditavam que Elizabeth morreria ainda naquele ano, mas a Rainha traçou como objetivo sobreviver até o Jubileu de Platina, solenidade que celebrava os 70 anos de reinado. Com vários eventos de celebração ao longo do ano, o ápice aconteceu em junho de 2022, com a majestade firme e forte.

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Segundo o mordomo, Elizabeth perguntou aos médicos: “Vocês podem me manter viva para isso?”. A Rainha, então, passou a ser submetida a diversos tratamentos e até a transfusões de sangue. Ela também trocou as bebidas alcoólicas que consumia diariamente, como gin tônica e martini, por sucos de maçã e tomate.

A informação de que Elizabeth teve câncer nunca foi confirmada por representantes da Família Real. De acordo com o atestado de óbito oficial, a monarca morreu de causas naturais; em inglês, "old age", que seria "velhice" em tradução livre.

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Segundo o livro "Charles III: New King. New Court. The Inside Story", Elizabeth usava um caderninho para fazer anotações sobre os compromissos e manter a memória ativa.

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Exatamente dois dias antes de morrer, Elizabeth deixou suas últimas palavras escritas: "Edward veio me ver". A visita em questão foi de Sir Edward Young, secretário privado da Rainha. O trecho foi divulgado pelo jornal britânico The Telegraph.

Em seus escritos finais, ela também destacou a posse dos novos membros do Conselho Privado. "Seu último registro foi tão factual e prático como sempre", comentou Robert Hardman, autor do livro.

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