A forma como amarramos os cadarços dos sapatos parece uma atitude que tomamos no automático, porém, segundo estudos da psicologia, pode indicar desde traços de personalidade, hábitos de organização e, inclusive, como alguém se comporta frente aos desafios da nossa rotina. Mas qual o significado disso?
A forma e o tipo que damos ao nó e a velocidade que fazemos isso são tipos de atitudes que aprendemos, porém isso também pode ser reflexo de padrões mentais nada superficiais. A seguir a gente te conta o que a psicologia pensa a respeito desse hábito que colocamos em prática, sem pensar, diariamente.
Se analisarmos mais profundamente esse comportamento vamos notar que os padrões automáticos têm muito mais a dizer do que possamos pensar. E um dos exemplos mais triviais é justamente como damos o nó nos sapatos. Aqueles que amarram os cadarços usando muita força, praticamente os deixando imóveis e rígidos têm tendência de serem metódicos, responsáveis, práticos e com uma grande vontade de controle.
Pra a psicologia, esse comportamento indica que se procura por segurança e por locais previsíveis. Essas pessoas apresentam tendência ao planejamento, evitam correr risco, e optam pela organização geral.
Mas se a pessoa deixar um nó frouxo, com irregularidade e precise refazer o mesmo muitas vezes durante o dia, a psicologia liga essa atitude a alguém que é mais flexível, emotivo e impulsivo. Não estamos dizendo que essa pessoa é desorganizada, e sim que ela tem um grau menor de rigidez e um comportamento mais livre.
Essas pessoas possui uma facilidade de adaptação, conseguem improvisar e dão pouca preocupação aos detalhes. Além de voltarem sua concentração ao lado emocional na comparação com o prático.
Já quando há o alinhamento dos cadarços, com nós retinhos e uma aparência sem ter o que corrigir, associamos a pessoas de padrões elevados e perfeccionistas. Tais pessoas apresentam uma tendência a altos padrões e indicam que estão sempre atrás do equilíbrio e consistência em todas as suas atitudes.
E temos ainda, finalmente, o grupo de pessoas, principalmente os adolescentes, que preferem, simplesmente, deixar os cadarços desamarrados. Esse grupo, embora saiba o risco que corre por deixar os nós frouxos ou desatados, apontam para quem é independente, rebelde, espontâneo ou que opta pela informalidade.