Borja Yus, treinador: 'O número de flexões que você consegue fazer indica quantos anos você vai viver'
Publicado em 15 de maio de 2026 às 18:00
Por Clara Espíndola | Colaborador
Viciada em novela desde criança, Clara é apaixonada por beleza, criada no teatro e troca qualquer programa por uma boa noite de fofoca.
É um teste simples que qualquer um pode fazer em casa e que nos dá uma ideia do nosso estado de saúde
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É curioso que a capacidade de fazer flexões tenha se tornado um indicador não apenas da nossa condição física, mas também da nossa longevidade

É o que explica o personal trainer Borja Yus em suas redes sociais, onde afirma que “o número de flexões que você consegue fazer prevê quantos anos você vai viver”. Ele não tirou isso da manga: a ciência comprova isso. 

O que o especialista explica é que foi realizado um estudo com mais de 1.100 homens, aos quais foi pedido que fizessem o máximo número possível de flexões. Em seguida, sua saúde foi analisada durante os 10 anos seguintes, e aqueles que faziam menos de 10 flexões apresentavam um alto risco de sofrer algum tipo de problema cardiovascular

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Aqueles que faziam entre 10 e 20 flexões apresentavam um risco moderado. Os que faziam entre 21 e 40 flexões apresentavam um risco baixo, e os que faziam mais de 40 reduziam em 96% o risco de doença cardiovascular. Ou seja, esse estudo conseguiu associar um maior número de flexões a um menor risco cardiovascular futuro.

Não é que quanto mais flexões, mais anos de vida. A interpretação correta é que a capacidade de fazer flexões funciona como um indicador simples da nossa capacidade funcional global, força relativa, coordenação e, provavelmente, do nível de condicionamento físico geral. 

Trata-se de uma associação, não de uma causalidade, como os próprios autores explicaram. Não é que conseguir fazer flexões faça mágica no coração, mas geralmente indica que temos uma saúde musculoesquelética melhor e uma maior reserva física, e essas duas variáveis costumam estar correlacionadas com um menor risco cardiovascular.

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Muito além de ser só sobre aparência

Yus afirma que “treinar não muda apenas a sua aparência, mas também o tempo que você vive e, acima de tudo, como você vive durante esses anos”, e esse teste simples de flexões pode nos dar uma pista de em que ponto estamos para podermos melhorar. 

Além disso, as flexões são ótimas para combater a flacidez nos braços, então aí está mais um motivo para começar a entrar em forma, se você ainda não pratica esportes, e incluir esse exercício na sua rotina de treino.

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