Juliette Freire e Kaique Cerveny celebraram o casamento nesta quinta-feira (29), no Instituto Ricardo Brennand, no Recife, em Pernambuco, em uma cerimônia que colocou a cultura nordestina no centro da festa! Para oficializar a união diante de amigos e familiares, a cantora apostou em um vestido branco de silhueta princesa, com corpete estruturado, cintura baixa e saia volumosa.
Depois da cerimônia, a produção ganhou uma proposta diferente: um segundo vestido com aplicações em relevo, saia assimétrica, franjas e cauda fluida. Em reportagem publicada nesta quinta, a Vogue revelou detalhes da celebração, cujo conceito foi definido como "céu à terra". A proposta combinou materiais naturais, como algodão, pedras e barro, a peças artesanais e criações contemporâneas, valorizando tradições da Paraíba e de Pernambuco. Um luxo só!
Para a cerimônia no Instituto Ricardo Brennand, Juliette escolheu um vestido assinado pelo estilista Carlos Bacchi, segundo a Vogue. A criação combinou seda brasileira com tecidos produzidos a partir de garrafas PET, unindo diferentes materiais em uma proposta que também valorizou a sustentabilidade.
Nas imagens da cerimônia, o vestido se destaca pelo contraste entre o corpete ajustado e a saia ampla. O decote tomara que caia, de linha reta, deixa os ombros e o colo em evidência. A parte superior tem estrutura marcada, com recortes que acompanham o busto e a cintura, enquanto a modelagem desce em um desenho pontiagudo sobre os quadris.
Essa cintura baixa, conhecida na moda como basque waist, cria uma transição alongada entre o corpete e a saia. A partir dela, o vestido ganha volume em uma silhueta princesa, com pregas profundas e ondulações que reforçam o efeito escultural da peça. Nas laterais dos quadris, volumes estruturados acentuam o desenho arquitetônico da produção.
O véu longo e translúcido completa o visual, acompanhando a cauda e criando um contraste delicado com a estrutura do vestido. A combinação de linhas marcadas, volume e leveza do tule dá à produção uma aparência clássica, com uma construção contemporânea.
De acordo com a Vogue, a celebração foi pensada para valorizar as origens da cantora por meio dos materiais, do trabalho artesanal e das referências culturais presentes em diferentes detalhes da festa.
Depois da cerimônia, Juliette apareceu com um segundo vestido do mesmo artista nordestino, que troca a silhueta princesa por uma proposta mais ousada e voltada ao movimento. A produção mantém o decote tomara que caia, mas apresenta uma superfície inteiramente texturizada, com aplicações em relevo que lembram pequenas flores, minipétalas e pontos de brilho.
O corpete ajustado acompanha a silhueta até a região dos quadris. No lugar do acabamento mais liso do primeiro vestido, as aplicações tridimensionais criam profundidade e riqueza de detalhes. A produção também inclui uma choker justa, com acabamento trabalhado que acompanha a textura do vestido.
O destaque da saia está no desenho assimétrico. Na parte frontal, um drapeado se eleva e revela uma minissaia texturizada por baixo, deixando as pernas à mostra. Na parte de trás, o tecido se prolonga em uma cauda fluida, com camadas de babados e franjas que acrescentam movimento à composição.
As franjas aparecem nas bordas do drapeado frontal e ao longo da cauda posterior, criando um efeito leve e dinâmico. A diferença entre a frente curta e a parte de trás alongada transforma a silhueta e dá ao segundo look uma linguagem visual distinta daquela escolhida para a cerimônia.
Nos pés, Juliette usou scarpins claros de bico fino e acabamento acetinado. Os cabelos longos e soltos completaram a produção, mantendo uma beleza natural diante da riqueza de texturas do vestido.
A lista de padrinhos reuniu nomes conhecidos da música, da televisão e das redes sociais. Entre eles estavam Anitta, Gilberto Gil e Flora Gil, Elba Ramalho, Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso, Bianca Andrade e Gil do Vigor, além de amigos e familiares dos noivos.
A programação musical contou com a Orquestra Sonata, que acompanhou a cerimônia ao lado de Liniker e Agnes Nunes e voltou a se apresentar durante o jantar. Na festa, os convidados também assistiram a shows de Xand Avião e Psirico, além de apresentações dos DJs Felipe Mar e Cabra.
O menu foi assinado pelo chef paraibano Onildo Rocha, com ingredientes e referências da culinária nordestina em uma abordagem contemporânea. O bolo, produzido pela Cake Hannouche, e os doces, assinados por Lana Bandeira, seguiram a identidade visual da celebração, com desenhos inspirados nas rendas nordestinas e apresentação em um ambiente revestido com algodão paraibano colorido.
A cerimônia no Recife foi a segunda etapa das comemorações de Juliette e Kaique Cerveny. Em 30 de setembro, os dois oficializaram a união em uma celebração reservada no Lajedo de Pai Mateus, em Cabaceiras, no Cariri paraibano. Na ocasião, participaram apenas os pais e irmãos do casal.
Natural de Campina Grande, Juliette escolheu o local por sua ligação com a paisagem e a cultura da região. Para a primeira cerimônia, usou um vestido criado por Rebeca Nepomuceno, que incorporou peças de crochê confeccionadas por sua avó.