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Fotos: José Martín del Pliego, psicólogo: 'Mesmo que os avós não estejam por perto, eles geram uma sensação de calma, bem-estar e consolo'
Publicado em 24 de agosto de 2026 às 19:45
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José Martín del Pliego, psicólogo: 'Mesmo que os avós não estejam por perto, eles geram uma sensação de calma, bem-estar e consolo' © Reprodução, CEDOC/TV Globo
José Martín del Pliego, psicólogo: 'Mesmo que os avós não estejam por perto, eles geram uma sensação de calma, bem-estar e consolo'
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Muitos avós e netos têm uma relação muito especial, quase mágica, que não acaba com a distância física ou mesmo depois que falecem © Reprodução, wirestock/Magnific
Muitos avós e netos têm uma relação muito especial, quase mágica, que não acaba com a distância física ou mesmo depois que falecem
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Segundo o psicólogo José Martín del Pliego, para muitas crianças, os avós representam uma figura de referência emocional, um porto-seguro que fortalece a autoestima e a sensação de pertencimento © Reprodução, Magnific
Segundo o psicólogo José Martín del Pliego, para muitas crianças, os avós representam uma figura de referência emocional, um porto-seguro que fortalece a autoestima e a sensação de pertencimento
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'O que fortalece o vínculo [entre avós e netos] não é tanto a quantidade de tempo compartilhado, mas a qualidade das interações', afirma o psicológo José Martín del Pliego © Reprodução, Magnific
'O que fortalece o vínculo [entre avós e netos] não é tanto a quantidade de tempo compartilhado, mas a qualidade das interações', afirma o psicológo José Martín del Pliego
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Para criar uma relação verdadeira com os netos, não existe uma fórmula mágica, mas a criança percebe quando há um interesse genuíno © Reprodução, Magnific
Para criar uma relação verdadeira com os netos, não existe uma fórmula mágica, mas a criança percebe quando há um interesse genuíno
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Mesmo à distância, cozinhar uma receita da avó, ler uma história juntos toda semana por meio de uma videochamada ou trocar desenhos e fotografias permite criar lembranças compartilhadas © Reprodução, Drazen Zigic/Magnific
Mesmo à distância, cozinhar uma receita da avó, ler uma história juntos toda semana por meio de uma videochamada ou trocar desenhos e fotografias permite criar lembranças compartilhadas
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Segundo o especialista, a criança deve sentir que conversar com os avós é algo que ela quer fazer, e não uma tarefa imposta © Reprodução, Magnific
Segundo o especialista, a criança deve sentir que conversar com os avós é algo que ela quer fazer, e não uma tarefa imposta