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Psicologia e inteligência emocional: comportamento de Solange Couto no 'BBB 26', reality show da Globo, expõe dificuldade de pessoas da década de 60 de lidar com sentimentos
Publicado em 17 de abril de 2026 às 16:10
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Solange Couto teve uma participação polêmica no 'BBB 26' © Reprodução/TV Globo
Solange Couto teve uma participação polêmica no 'BBB 26'
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O que aconteceu com Solange Couto após rejeição no 'BBB 26'? Atriz revela medo de agressão e reação inesperada do público; atriz cresceu na década de 1960 © Reprodução/TV Globo
O que aconteceu com Solange Couto após rejeição no 'BBB 26'? Atriz revela medo de agressão e reação inesperada do público; atriz cresceu na década de 1960
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Psicologia mostra que Solange Couto faz parte da geração que aprendeu a se proteger antes de se expor, muitas vezes confundindo sinceridade com dureza. © Divulgação/TV Globo
Psicologia mostra que Solange Couto faz parte da geração que aprendeu a se proteger antes de se expor, muitas vezes confundindo sinceridade com dureza.
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Solange Couto é conhecida por sua participação na novela 'O Clone', como Dona Jura © Divulgação/TV Globo
Solange Couto é conhecida por sua participação na novela 'O Clone', como Dona Jura
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Nas décadas de 60 e 70, não havia uma série de recursos que poderiam ajudar a minimizar as dúvidas e dores. Internet, conteúdos sobre inteligência emocional ou aplicativos de terapia poderia agregar na educação. © Divulgação/TV Globo
Nas décadas de 60 e 70, não havia uma série de recursos que poderiam ajudar a minimizar as dúvidas e dores. Internet, conteúdos sobre inteligência emocional ou aplicativos de terapia poderia agregar na educação.
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Segundo a psicologia, as pessoas crescidas nas décadas de 60 e 70 se tornaram adultos extremamente resilientes e capazes de enfrentar perdas, crises financeiras, rupturas familiares e dores profundas com uma firmeza que impressiona até hoje. © Freepik
Segundo a psicologia, as pessoas crescidas nas décadas de 60 e 70 se tornaram adultos extremamente resilientes e capazes de enfrentar perdas, crises financeiras, rupturas familiares e dores profundas com uma firmeza que impressiona até hoje.
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Segundo a psicologia, o que hoje identificamos como possíveis respostas ao trauma já foi, por muito tempo, interpretado como virtude. A criança que não reclamava não era vista como reprimida, mas como grata. © Freepik
Segundo a psicologia, o que hoje identificamos como possíveis respostas ao trauma já foi, por muito tempo, interpretado como virtude. A criança que não reclamava não era vista como reprimida, mas como grata.