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Fotos: Tenho 66 anos e acabei de perceber que nunca entrei em um cômodo e pensei no que eu queria dele. Só penso no que o cômodo quer de mim. E há décadas venho chamando isso de habilidades sociais
Publicado em 13 de abril de 2026 às 15:07
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Gretchen, aos 66 anos, é sinônimo de mulher que tem amor próprio e não se preocupa com a opinião dos outros © Reprodução/Instagram
Gretchen, aos 66 anos, é sinônimo de mulher que tem amor próprio e não se preocupa com a opinião dos outros
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Segundo a psicologia, a necessidade constante de agradar pode levar ao estresse crônico, problemas de saúde e ressentimento acumulado. © Reprodução/Instagram
Segundo a psicologia, a necessidade constante de agradar pode levar ao estresse crônico, problemas de saúde e ressentimento acumulado.
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Vivemos em uma cultura que valoriza e até recompensa a capacidade de ajustar o próprio comportamento para agradar aos outros. © Reprodução, TV Globo
Vivemos em uma cultura que valoriza e até recompensa a capacidade de ajustar o próprio comportamento para agradar aos outros.
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Segndo a psicologia, muitas pessoas entras em todas as 'salas' da vida com a mesma pergunta: o que os outros precisam? Como posso ajudar? E esquece de fazer a mais importante: o que eu quero desta interação? © Reprodução/Instagram, @camilakimm
Segndo a psicologia, muitas pessoas entras em todas as 'salas' da vida com a mesma pergunta: o que os outros precisam? Como posso ajudar? E esquece de fazer a mais importante: o que eu quero desta interação?
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Segundo o filósofo Søren Kierkegaard: "O maior perigo, aquele de perder a si mesmo, pode ocorrer muito silenciosamente no mundo, como se não fosse nada". Essa perda silenciosa é mais comum do que parece. © Reprodução, Instagram
Segundo o filósofo Søren Kierkegaard: "O maior perigo, aquele de perder a si mesmo, pode ocorrer muito silenciosamente no mundo, como se não fosse nada". Essa perda silenciosa é mais comum do que parece.
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Exige reconhecer comportamentos automáticos, escutar os próprios sinais internos e, principalmente, desenvolver algo que parece básico, mas não é: a crença de que você tem o direito de ocupar espaço sendo quem é.
Exige reconhecer comportamentos automáticos, escutar os próprios sinais internos e, principalmente, desenvolver algo que parece básico, mas não é: a crença de que você tem o direito de ocupar espaço sendo quem é.
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Para Carl Rogers, só há conexão real quando a pessoa consegue ser quem é, sem máscaras: "Quando alguém realmente te ouve, sem te julgar, sem tentar te moldar, a sensação é incrivelmente boa". Mas há um detalhe importante: para ser ouvido de verdade, primeiro é preciso existir de verdade. © Reprodução, Instagram (Imagem: Débora Agualuza | @lovelybee.fotografia)
Para Carl Rogers, só há conexão real quando a pessoa consegue ser quem é, sem máscaras: "Quando alguém realmente te ouve, sem te julgar, sem tentar te moldar, a sensação é incrivelmente boa". Mas há um detalhe importante: para ser ouvido de verdade, primeiro é preciso existir de verdade.