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Fotos: A psicologia diz que as pessoas que estão sempre levantando a voz não são dominadoras nem mais confiantes, mas precisam se sentir ouvidas
Publicado em 21 de agosto de 2026 às 16:07
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A personagem Pilar, de Isabel Teixeira na novela 'Quem Ama Cuida', certamente não passa despercebida. A vilã costuma elevar o tom de voz, interromper conversas e fazer questão de chamar a atenção quando quer impor suas vontades. © Divulgação/TV Globo
A personagem Pilar, de Isabel Teixeira na novela 'Quem Ama Cuida', certamente não passa despercebida. A vilã costuma elevar o tom de voz, interromper conversas e fazer questão de chamar a atenção quando quer impor suas vontades.
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Uma pessoa que fala alto o tempo todo é necessariamente mais confiante, dominante ou segura de si? A psicologia mostra que a resposta não é tão simples assim.
Uma pessoa que fala alto o tempo todo é necessariamente mais confiante, dominante ou segura de si? A psicologia mostra que a resposta não é tão simples assim.
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Embora falar em um volume elevado possa ser interpretado socialmente como sinal de autoridade, confiança ou dominância, o comportamento também pode estar relacionado a necessidade de ser ouvido e compreendido. © Divulgação/TV Globo
Embora falar em um volume elevado possa ser interpretado socialmente como sinal de autoridade, confiança ou dominância, o comportamento também pode estar relacionado a necessidade de ser ouvido e compreendido.
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Uma fala mais alta, por exemplo, pode fazer alguém parecer mais firme, o que não significa que a pessoa tenha, de fato, mais confiança ou segurança emocional. © Divulgação/TV Globo
Uma fala mais alta, por exemplo, pode fazer alguém parecer mais firme, o que não significa que a pessoa tenha, de fato, mais confiança ou segurança emocional.
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Para a psicologia, raiva, medo, vergonha, frustração e ansiedade podem alterar a maneira como alguém se comunica. © Divulgação, Warner Bros. Pictures
Para a psicologia, raiva, medo, vergonha, frustração e ansiedade podem alterar a maneira como alguém se comunica.
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Segundo a psicologia, nem sempre a pessoa que grita mais é a mais poderosa da sala. Às vezes, ela simplesmente está tentando garantir que sua presença seja percebida. © Reprodução/Instagram
Segundo a psicologia, nem sempre a pessoa que grita mais é a mais poderosa da sala. Às vezes, ela simplesmente está tentando garantir que sua presença seja percebida.
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Segundo a psicologia, o problema pode aparecer quando transformar o volume da voz em um hábito passa a ser a principal maneira de conseguir atenção ou defender uma opinião. © Getty Images, Chris Brunskill/Fantasista
Segundo a psicologia, o problema pode aparecer quando transformar o volume da voz em um hábito passa a ser a principal maneira de conseguir atenção ou defender uma opinião.