'Fantástico' desvenda que a musa musical Amélia era uma mulher de verdade
Publicado em 29 de junho de 2015 às 02:58
"Amélia é que era mulher de verdade". A estrofe de um dos grandes clássicos da música brasileira revelou-se real no quadro "Musas Populares Brasileiras", exibido neste domingo (28), no "Fantástico". A apresentadora Poliana Abritta foi logo esclarecendo, já na abertura, que aquela Amélia não combina com a figura feminina da atualidade: "Uma personagem tão submissa não serve como exemplo para as mulheres de hoje". O quadro, que faz uma brincadeira de advinhação para saber se há realmente mulheres reais por trás dos nomes que inspiraram canções famosas, retratou a composição feita por Mário Lago e Ataulfo Alves nos Anos 40. Desta vez, o público, que se manifesta através das hashtags #existiu ou #naoexistiu nas redes sociais opinando se acreditam ou não que a mulher em questão é verdadeira ou invenção, acertou: 84% usou a hashtag #existiu. E foi em um vídeo com o próprio Mário Lago, que morreu em 2002, editado com falas de Mario Lago Filho, que a história foi esclarecida: "A Amélia era uma
O quadro "Musas Populares Brasileiras" é apresentado por Tadeu Schmidt e Poliana Abritta
Amélia era faxineira de um baterista amigo dos compositores da canção retratada no quadro 'Musas Populares Brasileiras', do 'Fantástico'.
Mário Lago é um dos compositores de 'Ai que saudades da Amélia'
Ataulfo Alves é o outro compositor de 'Ai que saudades da Amélia'
Diogo Nogueira cantou 'Ai que saudades da Amélia' no 'Fantástico' deste domingo
No primeiro episódio do quadro Sidney Magal revelou que a cigana Sandra Rosa Madalena não existiu

"Amélia é que era mulher de verdade". A estrofe de um dos grandes clássicos da música brasileira revelou-se real no quadro "Musas Populares Brasileiras", exibido neste domingo (28), no "Fantástico".

A apresentadora Poliana Abritta foi logo esclarecendo, já na abertura, que aquela Amélia não combina com a figura feminina da atualidade: "Uma personagem tão submissa não serve como exemplo para as mulheres de hoje".

O quadro, que faz uma brincadeira de advinhação para saber se há realmente mulheres reais por trás dos nomes que inspiraram canções famosas, retratou a composição feita por Mário Lago e Ataulfo Alves nos Anos 40. Desta vez, o público, que se manifesta através das hashtags #existiu ou #naoexistiu nas redes sociais opinando se acreditam ou não que a mulher em questão é verdadeira ou invenção, acertou: 84% usou a hashtag #existiu.

E foi em um vídeo com o próprio Mário Lago, que morreu em 2002, editado com falas de Mario Lago Filho, que a história foi esclarecida: "A Amélia era uma brincadeira do Almeidinha, um grande baterista, irmão de Aracy de Almeida. Ele tinha se separado da mulher e dizia: 'Eu queria mesmo a Amélia, ela que lavava, costurava, cozinhava, passava, tricotava'".

A Amélia em questão era a faxineira do Almeidinha, Amélia dos Santos Ferreira, e viveu de 1910 a 2001.

A música foi executada por Diogo Nogueira no "Fantástico". Na mesma edição, o programa prestou homenagem ao cantor Cristiano Araújo, que morreu tragicamente em um acidente de carro na última quarta-feira (24), ao lado da namorada Allana Moraes.

Sandra Rosa Madalena, no entando, não existiu

A cigana Sandra Rosa Madalena, nome feminino que dá título a um dos hits de maior sucesso da música popular brasileira no fim dos Anos 70 e início dos Anos 80 na voz de Sidney Magal, nunca existiu. A revelação foi feita pelo próprio cantor no primeiro episódio na série, exibido no dia 14.

"Eu gostava deste mistério, mas o "Fantástico" resolveu revelar para todo mundo. Ela não existiu até a música ser composta", disse Sidney aos apresentadores Tadeu Schmidt. Em fevereiro, o músico cantou a canção com o galã Alexandre Nero no "Domingão do Faustão".

O clipe original da música foi lançado no "Fantástico" e ganhou uma paródia de Marcelo Adnet no mesmo programa, em fevereiro de 2013.

Clássico popular brasileiro, "Sandra Rosa Madalena" tem fãs até hoje, como por exemplo Bruna Marquezine, que deu um show ao dançar a música com Tiago Abravanel em fevereiro de 2014.

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