No documentário "Meu Ayrton", Adriane Galisteu além de revelar a surpresa que preparou, mas não conseguiu entregar para o namorado, Ayrton Senna (1960-1994), conta como recebeu o convite para posar para a "Playboy". Ela foi capa da revista em agosto de 1995, pouco mais de um ano após a trágica morte do piloto, no GP de Ímola.
Segundo a viúva do empresário do ramo financeiro Antônio Carlos de Almeida Braga (1926-2021), o Braguinha, Luíza Eugênia Konder, a proposta da publicação voltada para o público masculino "era ótima". De acordo com Luíza, tão logo foi procurada pela "Playboy", Galisteu quis saber a bilionário opinião do amigo de Senna.
E Braguinha não poupou palavras. "Ele falou 'vai pedindo cabide, vai pendurando a roupinha", recordou a viúva aos risos se referindo à então modelo que nunca teve uma relação amistosa com a família de Senna.
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Hoje apresentadora de "A Fazenda", Galisteu confirmou o telefonema para Braguinha. "Eu tinha que andar com as minhas próprias pernas. E ele falou: 'Garotinha, chegou a sua hora de fazer a 'Playboy'", afirmou, reforçando que a proposta foi "muito grande".
"Sabia que a 'Playboy' era um marco na minha vida profissional", prosseguiu a respeito da revista que vendeu mais de um milhão de cópias, sendo uma das campeãs no ranking. Na época, a tiragem havia batido o recorde em duas décadas e a marca só seria ultrapassada em dezembro de 1999, ou seja, cinco anos e quatro meses depois.
"O Braga foi comigo até a 'Playboy'. Depois, eu ligava, falava, fui tocando a minha vida. Nunca me distanciei de coração, de verdade, mas fui tocando a minha vida com liberdade", completou Galisteu, que no mesmo 1995 se lançou como apresentadora na CNT. Depois passou pela MTV, RedeTV!, Record, SBT e Band entre outras.