A Globo resolveu agir às pressas após Pedro passar a ser investigado em acusação de assédio a Jordana. No "BBB 26", o vendedor tentou beijar a influencer na despensa da casa e pouco depois deixou o reality, do qual seria expulso se não tivesse se antecipado.
Ainda em uma semana de confinamento, a dinâmica do Quarto Branco foi alvo de acusação de tortura, Rafaella desmaiou no cômodo, e Henri Castelli sofreu duas convulsões. E foi por causa da acusação de assédio e do comportamento de Pedro que alguns patrocinadores apresentaram reclamações à direção da Globo, segundo o colunista Alessandro Lo-Bianco.
Com isso, a emissora carioca acionou duas equipes de gerenciamento de crises no "BBB" que passam a trabalhar 24 horas seguidas, com revezamento de turnos para que qualquer risco que surja seja repassado de maneira imediata à direção.
Esses profissionais terão o poder de chamar o confinado ao confessionário para aplicar a ele um advertência caso um episódio que rompa o limite do tolerável seja identificado. Além disso, um grupo foi formado para compor uma relatório a cada semana que reúna as falhas e os "problemas internos" do "BBB 26".
Antes, esse documento só era produzido ao final de cada temporada. Ainda de acordo com Lo-Bianco, Pedro chegou a ser chamado à área reservada por tentar manipular a medicação usada por Ana Paula Renault, supostamente alvo de alfinetada de Larissa Manoela em rede social.
No caso de Pedro, o vendedor ambulante teria recebido um "alerta grave".