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Autor de 'Orgulho e Paixão' sobre fim com casal gay e empoderamento: 'Leveza'

Em entrevista ao Purepeople, Marcos Bernstein também fez um balanço sobre como o feminismo foi abordado na trama, repleta de mulheres fortes. 'Não é a minha intenção colocar esses questionamentos em uma forma de manifesto, porém os temas de ontem acabam se misturando com a atualidade. Trazer isso para a tela com leveza e naturalidade é muito interessante', pondera.

A novela "Orgulho e Paixão" terá seu último capítulo na próxima segunda-feira (21) e alguns finais já estão definidos, como o de Luccino (Juliano Laham) e Otávio (Pedro Henrique Müller), que ficam juntos e se tornam vizinhos. Ao Purepeople, o autor da novela, Marcos Bernstein, avalia as sequências finais e faz um balanço da trama. "A cena (do beijo) teve uma repercussão muito mais positiva do que negativa por parte do público, e isso já é uma boa resposta. Acredito que os atores também são grandes responsáveis por isso. É muito gratificante ver na tela o resultado da delicadeza deste trabalho. Os atores Juliano Laham e Pedro Henrique Müller se comprometeram em entregar o melhor resultado possível, e isso é muito bom. O Laham veio trazendo desde o início uma atuação muito discreta, que foi explodindo ao longo da novela, com muita competência, já o Pedro, que estreou na TV com esse papel, mostrou a que veio", elogia o novelista.

'Leveza e delicadeza', destaca sobre características da novela

Marcos explica ainda que o relacionamento entre o mecânico e o oficial já fazia parte da sinopse e destaca o desenvolvimento do enlace amoroso entre a mãe de Camilo (Maurício Destri) e o pai de Ema (Agatha Moreira), casal cujo casamento aconteceu no capítulo de quinta (20). "Acredito que essa trama, que já estava prevista, se desenvolveu no momento certo, assim como a trama dos outros casais da novela que se apaixonaram. O casal Aurélio (Marcelo Faria) e Julieta (Gabriela Duarte), por exemplo, também foi um casal que teve sua trama bem amarrada e desenvolvida para que o público embarcasse nesse romance, que a princípio parecia impossível. Todos os casais geraram grande empatia no público, pois foram construídos com muita leveza e delicadeza, como é o DNA da novela", pondera.

Empoderamento é atemporal: 'Questionamentos são universais'

Com o empoderamento como traço das personagens femininas, a trama, acrescenta Marcos, trouxe questões que ainda hoje são recorrentes. "A novela traz a mulher do início do século XX no plano principal, mas com questionamentos que são universais e atemporais. A personagem da Elisabeta, por exemplo, poderia ser naturalmente uma mulher dos dias atuais, que busca seu lugar no mundo, independente do seu estado civil. Ou então, a personagem da Julieta, uma mulher empoderada que foi à luta, criou o filho sem pai e abriu a própria empresa, sem a presença masculina em sua vida. Na nossa novela, nós brincamos um pouco com isso. Não é a minha intenção colocar esses questionamentos em uma forma de manifesto, porém os temas de ontem acabam se misturando com a atualidade. Trazer isso para a tela com leveza e naturalidade é muito interessante", opina Marcos.

'Final tem a ver com personalidades', diz autor sobre vilãs

Antagonistas da novela, Josephine (Christine Fernandes) e Lady Margareth (Natália do Vale) terão a morte como destino final: a mãe de Rômulo (Marcos Pitombo) e Edmundo (Nando Rodrigues) cai de um precipício, enquanto a tia de Darcy (Thiago Lacerda) toma veneno e tira a própria vida. Questionado sobre o ponto em comum nos dois desfechos, Marcos destaca as peculiaridades de cada uma delas: "São vilãs diferentes, uma é sutil e mais sedutora e a outra já é mais incisiva e chega com pé na porta, uma vilã clássica. Dizer que elas morrem apenas, é reduzir um pouco tudo o que elas representaram na trama. Nós vamos ter um final que tem muito a ver com as personalidades delas, com as manipulações que elas fazem em seus núcleos. Acho que ambas terão desfechos muito interessantes".

(Por Marilise Gomes)

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