Atualmente participando do reality show 'Estrelas da Casa', o cantor Junior Lima, que marcou multidões com a dupla Sandy & Junior, mantém sua vida pessoal longe dos holofotes. No entanto, desde que a saúde da filha mais nova veio a público, depois do diagnóstico de uma síndrome nefrótica, o casal passou a compartilhar alguns detalhes sobre o tratamento.
Em uma nova declaração, desta vez em entrevista à revista Quem, Junior falou sobre a saúde da filha e explicou que o tratamento vem apresentando avanços importantes: "Acho que estamos tendo maravilhosos avanços assim. E é isso, entendendo o corpo como um todo".
O diagnóstico foi revelado em julho de 2025, quando Junior e Mônica apareceram juntos para falar sobre o momento delicado vivido pela família. Na ocasião, os dois se emocionaram ao explicar que a descoberta havia sido inesperada.
"É uma síndrome que afeta os rins, é muito sério se não tratada. O tratamento é muito intenso, com remédios bem fortes. Nem toda criança responde a esse tratamento, então a gente passou por um período muito tenso, em que não sabia como é que seria. Graças a Deus, a Lara respondeu bem ao tratamento", declarou na época.
Durante a entrevista cantor explicou que lidar com a síndrome exige acompanhamento contínuo, já que a resposta ao tratamento pode variar de acordo com o organismo da criança: "Como toda doença que não é tão exata assim, na verdade é uma síndrome, é um dia após o outro. Mas estamos em um bom caminho. Estamos bem, graças a Deus", disse Junior.
Além de Lara, hoje com 4 anos, o músico e Mônica Benini são pais de Otto, de 8 anos. O casal vive de maneira mais reservada, o que se estende aos filhos.
A síndrome nefrótica é uma condição que afeta os rins e faz com que o organismo elimine uma quantidade excessiva de proteínas pela urina. Normalmente, os rins ajudam a impedir que essas proteínas sejam perdidas, mas, quando há uma alteração na estrutura responsável pela filtragem do sangue, elas podem passar para a urina.
Em crianças, a síndrome pode provocar inchaço, principalmente no rosto e nas pernas, além de alterações nos exames de urina. O tratamento depende da causa e da resposta de cada paciente e pode envolver medicamentos e acompanhamento médico regular. Por isso, o controle da doença é individualizado e deve ser feito por uma equipe especializada.