Entrevista | ‘Rita Cadillac me salva todos os dias’: a mulher por trás do mito explica por que voltou ao conteúdo adulto aos 71 anos, relembra terror em ‘A Fazenda 6’ e conta até o que é bom para o moral
Publicado em 9 de agosto de 2025 às 07:02
Nesta entrevista exclusiva ao Purepeople, Rita Cadillac fala sobre Andressa Urach, a relação com Lu Schievano em ‘A Fazenda’ e etarismo. Confira!
Entrevista | ‘Rita Cadillac me salva todos os dias’: a mulher por trás do mito explica por que voltou ao conteúdo adulto aos 71 anos, relembra terror em ‘A Fazenda 6’ e conta até o que é bom para o moral Rita Cadillac: nesta entrevista exclusiva ao Purepeople, ela fala sobre Andressa Urach, a relação com Lu Schievano em ‘A Fazenda’ e etarismo. Confira na reportagem! Rita Cadillac é destaque em plataformas como OnlyFans e Privacy Rita Cadillac tem causado burburinho por parcerias. A mais comentada foi com o ex-namorado de Andressa Urach Rita Cadillac virou ícone da TV como chacrete

É impossível falar de fama sem mencionar Rita Cadillac. Dos anos 1970, quando começou a rebolar na televisão mesmo em um país assolado pela censura, até os dias de hoje, na era dos reality shows e das páginas de fofoca, ela sempre esteve ali, em uma deliciosa contradição entre tudo o que o Brasil hipócrita condena e, ao mesmo tempo, ama consumir.

Rita de Cássia Coutinho é o nome da mulher que dá vida ao ícone. Enquanto a criatura exalava glamour nas telas com collant e plumas, a criadora teve uma vida marcada por percalços familiares. Perdeu o pai enquanto ainda era gestada, foi criada pela avó, sofreu violência doméstica, foi garota de programa para sustentar o filho bebê e só conheceu a mãe biológica aos 54 anos.

Foi na trajetória de altos e baixos da vida pública que ela encontrou alívio, e parafraseando sua xará rockeira Rita Lee, fez um monte de gente feliz. Virou musa da televisão como dançarina do Chacrinha, brilhou em filmes do clássico estilo pornochanchada e protagonizou cenas já antológicas no reality show “A Fazenda”. A Rita Cadillac salvou a vida da Rita de Cássia, como ela mesma confirma nesta entrevista ao Purepeople.

Aos 71 anos, Rita alimenta o próprio mito ao recusar uma aposentadoria e se firmar mais uma vez como sex symbol. Capa de revista masculina febre nos anos 1990 e estrela de filmes da produtora Brasileira nos anos 2000, ela, agora, se firma como uma das principais vendedoras de conteúdo adulto na atualidade.

“Dona Rita Cadillac, o que é bom para o moral?”. Rita responde essa e muitas outras perguntas sobre a vida e a carreira a seguir.

RITA CADILLAC ABRE O JOGO SOBRE CONTEÚDO ADULTO E RELAÇÃO COM ANDRESSA URACH
Rita Cadillac © Reprodução, X | Foto: @bagaoph

Purepeople: Rita, queria começar falando do seu trabalho em plataformas como Privacy e OnlyFans. Por que você decidiu investir nesse universo?

Rita Cadillac: Eu comecei com as plataformas na época da pandemia. A Aritana Maroni [colega de ‘A Fazenda’ em 2017] foi quem falou: ‘Ah, Rita, por que você não faz?’. A princípio, falei que não. Comecei a fazer, mas com fotos totalmente vestida, de roupa mesmo. Até o cenário bonito, mas de roupa. O pessoal começou a falar: ‘Oi? Não tô pagando pra ver você de vestido, te vejo na rua, te vejo na televisão assim’. Eu comecei a fazer os ensaios de lingerie. Mas eu tento ter um cuidado muito grande. Até as pessoas falam: ‘Rita, ninguém quer ver cenário, ninguém quer ver nada disso’. Mas eu faço questão que tenha, que sejam fotos bonitas, vídeos bonitos. Eu tento pelo menos que o local seja bonito e bem tratado. E foi. E tô desde a pandemia.

PP: Esse cuidado com o cenário também é fruto do tempo das revistas masculinas, onde era tudo muito bem produzido, elegante.

RC: É, bonitos cenários na praia, ou em um banheiro bonito, num quarto… Eu tento fazer isso. Eu acho que é dessa época mesmo.

PP: Rita, se você discordar de mim, pode falar. Mas você expõe bem pouco do seu trabalho adulto nas redes sociais, ao contrário de outras musas do segmento, que vivem criando factoides para valorizar o trabalho na mídia. Por que essa escolha de permanecer mais discreta?

RC: Primeiro lugar, porque eu sempre fui um pouco mais discreta. Segundo, eu venho de seis meses que a Meta tirou o meu Instagram, por dizer que era conteúdo que não pode, não sei o que lá. E a única coisa que tinha era link. Então, tive que tirar tudo isso. Como [o perfil] voltou agora, vou dar um tempo em qualquer coisa que seja falando disso. Eu não quero perder o meu Instagram, que eu já acabei perdendo 100 mil seguidores que eles tiraram. Eu fiz um reserva, mas até você conseguir ter pelo menos algum seguidor, é difícil. Tive que colocar em advogado pra poder rever o meu Instagram. Pegaram uma foto de uma promoção que estava no meu destaque e, não sei como, acabou vindo mais uma notificação pra mim. Você acaba ficando com medo, então, deixa assim.

PP: Recentemente, um dos seus vídeos se tornou viral nas redes sociais. Como você lida com o vazamento dos seus conteúdos? Isso prejudica ou ajuda a alavancar as vendas?

RC: Prejudica, óbvio, mas acho que é impossível impedir esse roubo. É horrível, porque prejudica a gente com seguidor, com vendas, tudo isso, mas eu acho são bem poucos os vazamentos dos meus.

PP: Em entrevistas antigas, você já declarou que se arrepende dos filmes adultos que fez no passado. O que te fez mudar de ideia?

RC: É o momento da plataforma. Antes, comecei com fotos, foram exigindo mais e as [outras] pessoas foram colocando e você vai ficando pra trás. Aí você tem que seguir o barco.

PP: Você já gravou com dois ex-namorados da Andressa Urach. Existem chances de vocês duas fazerem uma parceria?

RC: Hum… Olha… Eu vou falar uma coisa que eu mesma falei pra ela. Eu nunca vou dizer ‘não’, nem ‘nunca’. Mas eu soube que o Kylian Cria era namorado dela depois, se você quer saber. Eu sou uma pessoa que não fica vendo Instagram de outras pessoas, eu juro que não fico. Não presto muita atenção. E a Andressa, eu gosto muito dela, tenho um carinho muito grande por ela. Já brigamos na ‘Fazenda’, mas depois nos falamos, teve um pedido de desculpas tanto dela, quanto meu também.

Quando eu soube [que era ex-namorado], eu falei com ela: ‘Olha, eu fiz um conteúdo…’. Ela falou: ‘Ah, Rita, fica tranquila’. Então, tá, eu tô tranquila. O que eu faço não é uma coisa pra pisotear nela, porque eu acho que ela é uma mulher batalhadora pra caraca. Eu gostaria de ter a coragem dela em muitas coisas e eu não tenho essa coragem toda. Eu sou mais fechada. Mas eu falo com ela: ‘Olha, tem esse conteúdo que eu vou fazer com fulano, tem problema?’. Se ela falar: ‘Ai, Rita, não faz, não’, tudo bem, vou respeitar.

PP: Muita gente divulga valores astronômicos de faturamento nas plataformas. Isso acaba criando uma ilusão em outras meninas de que é tudo muito rápido e muito próspero. Que conselho você daria para quem pensa isso?

RC: Não é próspero e rápido demais. Até você conseguir ter assinantes suficientes pra ter um retorno, receber alguma coisa, é muito difícil. Eu sei que as meninas têm que trabalhar 24 horas pra botar conteúdo. Eu já sou aquela pessoa que se gravei hoje, só vou gravar semana que vem ou daqui 15 dias. É uma vida que não é fácil até ter um nome. A não ser que você já tenha um nome, como a Luiza Ambiel. Quando ela entrou nisso, era mais fácil de ter assinantes. Até uma menina conseguir mostrar [o trabalho], ela tem que fazer collab e é difícil conseguir que pessoas com certo número de seguidores queiram fazer collab com você. Não é fácil, mas se é isso que vai te mover e te dar prazer, vá. 

CHACRETE MAIS FAMOSA E MEME EM ‘A FAZENDA’: RITA CADILLAC RELEMBRA CARREIRA NA TV
Rita Cadillac e Chacrinha © Reprodução

PP: Você é, sem dúvidas, a chacrete mais icônica de todas. A que você atribui isso?

RC: Porque a louca aqui continua nesse mundo de doidos (risos). Só por isso! Quando eu saí do Chacrinha, eu já estava cantando, então, continuei e fui por aí, não parei mais. Não teve nenhuma mais louca ainda que continuou. Teve até uma que cantou, a Fernanda Terremoto, mas ela já se foi. Teve um grupo de chacretes que acabou não vingando. A louca que continuou nesse meio fui eu mesma.

PP: Mas é um pouco de modéstia da sua parte… Porque você é muito citada entre as pessoas que viveram e acompanharam de perto esse tempo. Tinha algum diferencial.

RC: Mas eu não vejo o diferencial, porque tinham meninas muito mais bonitas que eu. Continua marcando, porque a Rita Cadillac tá aqui ainda e ela fala do Chacrinha. É um ponto de não deixar o nome Chacrinha morrer. E tenho o maior orgulho de ser ex-chacrete.

PP: E sobre não deixar o legado de Chacrinha morrer… Na sua avaliação, a televisão atual tem algum programa ou figura que te lembre um pouco daquela irreverência?

RC: Não. Já teve no começo, que, pra mim, era o [Marcos] Mion. Mas ele tirou isso dele. Ele sempre foi muito irreverente. Quando ele foi pra Globo, trouxe coisas irreverentes, mas, de repente, mudou. Não sei se é a postura global ou vem ordens… Não sei qual é. Mas ele perdeu aquela irreverência de fazer um programa maluco. Ele tinha um quadro de calouros que eu me divertia, ele fazia e acontecia, pintava e bordava. 

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PP: Você participou de ‘A Fazenda 6’, a temporada mais icônica do reality show, a que mais repercute até hoje…

RC: Todo mundo fala isso, né? (risos).

PP: Sim! É a minha favorita particularmente. E é muito bom que todos esses momentos que viralizam, eu lembro de ter visto na TV. Então, me sinto um pouco parte da história. Mas como você avalia essa repercussão gigantesca 12 anos depois?

RC: É porque ela realmente foi doida. Eu não sei nem como eu sobrevivi. Hoje, eu brinco: ‘Carelli, pode me fazer na ‘Fazenda’ e pode botar até a Lu [Schievano], tô preparada’. Ia ser muito divertido, né? O algoz e a vítima, só que agora a vítima vira algoz.

PP: E foram só duas semanas de Lu em ‘A Fazenda’ e ninguém supera até hoje.

RC: Não! Fica marcado, todo mundo pergunta pra mim, até fazendo um tom de voz: ‘Dona Rita Cadillac, o que é bom para o moral?’ (risos). As pessoas tiram sarro comigo. Hoje, eu levo na brincadeira, mas eu falo ‘Não sei mais o que é bom para o moral com essa mulher’. Eu quero fazer uma ‘Fazenda’ com ela.

PP: Para quem assistia, era divertido. Mas imagino que, para quem estava lá 24 horas, devia ser pesadíssimo.

RC: Era Andressa brigando com Bárbara, Andressa brigando com Denise, Denise brigando com não sei quem… Olha… Eu acho que não teve quem ficou sem brigar. Foi um mês que eu fiquei e um mês eu sofri. E sofri após a saída. Meu problema maior foi o pós. Porque eu fiquei com a Lu Schievano na minha cabeça. Mas tô ótima.

PP: A clássica cena do bife é outro viral seu em “A Fazenda” que ainda é muito falado. Você se lembra desse momento?

RC: Do bife duro? Lembro, claro que eu lembro. A Mulher Filé e o Ivo Meirelles falando do meu bife… Sendo que era um bife de patinho, que é fininho. Não tem como fazer mal passado e deixar ele gostoso. Então, ficam falando no Instagram até hoje: ‘O bife duro da Rita Cadillac’. Até hoje, é o momento.

PP: Sua carreira foi feita de altos e baixos. Chegou a pensar em desistir e apostar em outro ramo?

RC: Nunca! Eu não desisto nunca da minha vida. A vida é de altos e baixos. A vida é uma roda gigante, a gente só tem que ter cabeça pra segurar a onda. E, graças a Deus, isso eu tenho.

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Rita Cadillac © Divulgação, Kwai

PP: Seja nos anos 1970 ou atualmente, o Brasil ainda é um país muito nocivo para as mulheres, especialmente, as que atuam com corpo e beleza. Você que viveu ambos os momentos, percebe melhorias?

RC: Não. Eu acho que é pior. Antes, você não se ligava em matéria de corpo. Você era o seu corpo. Hoje, você decide que corpo vai ter. E acaba se tornando um padrão. Eu brinco sempre dizendo: ‘gente, eu sou mais churrascaria do que sushi’. Não tem como, é o meu padrão de corpo. Eu não vou tomar injeção pra ficar um esqueleto, que pode prejudicar minha saúde. E como eu cuido da minha saúde, tá bom estar gordinha, tem gosto pra tudo. Você pode gostar do gordinho, do magrinho, do alto, do baixo…

PP: Então, você se vê livre dessa pressão que é envelhecer diante dos olhos do público?

RC: Eu me vejo totalmente bem. Tranquilamente. Tô aí com 70, tô trabalhando ainda, tô em plataforma e, graças a Deus, dá pra pagar minhas viagens. Então, tá tudo lindo. Eu não vivo só de plataformas - claro que ela ajuda muito, hoje principalmente, do jeito que anda o país, mas eu continuo fazendo shows. O importante pra mim é trabalhar. Estar fazendo shows, estar na plataforma, estar conversando com você… É isso que dá o ânimo pra continuar e saber que tá viva.

PP: O seu trabalho adulto também tem ajudado a despertar debates sobre vida sexual na terceira idade. Como você avalia isso?

RC: Muitas mulheres assinam e conversam comigo exatamente sobre isso: ‘Ai, eu tenho vergonha do meu corpo’, ‘Com essa idade, eu não tenho mais tesão’. Claro que tem tesão, bem! Todo mundo tem tesão, vai estar com 100 anos e vai ter tesão. Desde que tenha cabeça e que tenha coisa que te faça renovar. Tesão é isso! É gostoso sexo depois de uma fase que você sabe o que quer ou que deixa de ser. Não gosto de ser professora, mas também não gosto de ser só aluna. Eu acho muito legal as pessoas falarem de sexo na terceira idade - como chamam, porque, pra mim, não é terceira idade. Eu acho muito legal eu estar no meio e as pessoas virem falar.

PP: Você tem dimensão de que é um ícone da cultura popular brasileira?

RC: Não, nenhuma (risos). Eu não me acho.

PP: Mas você é.

RC: Eu não me acho isso tudo, juro que não. Tô falando a verdade, não tenho motivo pra mentir. É gostoso quando você ouve alguém falar? É muito gostoso. Faz muito bem pra minha pele, faz muito bem pro meu ego. Mas eu não sou aquela pessoa que diz que é [ícone]. Sou porra nenhuma. Sou uma simples trabalhadora, que trabalha com um lado sensual, que sempre trabalhou na televisão. Nada além disso.

PP: Você foi uma pessoa que levou alegria para o Brasil depois de enfrentar muitas situações dolorosas. Acha que a Rita Cadillac salvou a vida da Rita de Cássia?

RC: Claro que sim. A Rita Cadillac salva a Rita de Cássia todo santo dia. Você pode achar realmente que eu sou um ícone, isso ajuda a Rita de Cássia. A Rita de Cássia é muito calma, tranquila, é muito fechada. A Rita Cadillac já é doida. Quando eu tô mais pra Rita de Cássia, todo mundo sabe que eu tô quietinha. Quando eu tô de Rita Cadillac, bebê, sai de perto.

PP: Entre sonhos e planos, o que você vislumbra para seu futuro?

RC: Antigamente, eu dizia: ‘Todo mundo vai ter que me aguentar até os 100’. Hoje em dia, falo ‘até os 120’. Se depender de mim, não paro. Porque eu acho que quando você para, você envelhece, você morre, você se acaba. Então, eu não posso deixar a Rita Cadillac morrer, que é pra eu continuar vivendo.

PP: E para encerrar, uma pergunta que se eu não fizer, o pessoal vai me matar. Afinal, dona Rita Cadillac, o que é bom para o moral?

RC: (risos) Bom para o moral é você estar em paz com você, é não ter que pisar nas pessoas pra poder chegar lá. É ser feliz. 

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Por Matheus Queiroz | Notícias dos famosos, TV e reality show
Jornalista por vocação, apaixonado por música, colecionador de CDs e neto perdido de Rita Lee.
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