O desfile da Acadêmicos de Niterói em homenagem a Lula no Carnaval 2026 do Rio gerou nova acusação contra a escola, a mais nova do Grupo Especial. Dessa vez não envolve políticos da direita e nem o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que permitiu a apresentação da azul e branca na Sapucaí em meio a chance de ser caracterizada como campanha eleitoral antecipada.
Quem está reclamando da Niterói é a Imperatriz Leopoldinense, que desfilou na sequência, na noite deste domingo (15). A verde e branca que cantou a vida de Ney Matogrosso acusa a coirmã de bloquear a passagem na área da dispersão com três carros alegóricos gerando uma paralisação de cinco minutos.
Isso acarretou um problema na evolução da Imperatriz, segundo a agremiação de Ramos e o problema foi levado à Liesa (Liga Independente das Escolas de Samba). Vale lembrar que o quesito é um dos nove a serem julgados nos três dias de desfiles.
Leia a nota oficial divulgada pela Imperatriz Leopoldinense, campeã nove vezes no Grupo Especial, sendo cinco com a carnavalesca Rosa Magalhães (1947-2024), enredo deste ano do Salgueiro.
O G.R.E.S. Imperatriz Leopoldinense, em nome da presidente Catia Drumond e de sua diretoria, esclarece que a escola teve sua evolução impactada devido a um problema na dispersão provocado por alegorias da escola que a antecedeu na ordem de apresentação.
Três carros alegóricos da Acadêmicos de Niterói bloquearam a passagem da Imperatriz, ocasionando aproximadamente 5 minutos de paralisação. A presidência e a direção da Imperatriz contactaram representantes da LIESA para relatar o ocorrido imediatamente.
A escola segue em diálogo com a entidade nesta segunda-feira (16) para acompanhar o caso. A Imperatriz reforça que cumpriu seu planejamento e que o ocorrido é alheio à responsabilidade da agremiação. Diante dos prejuízos causados, a escola avalia as providências cabíveis para resguardar seus direitos no processo de apuração.
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