Já te contamos aqui no Purepeople todos os detalhes da tão comentada dieta pescetariana de Angélica, que chamou atenção pelo seu corpo em fotos de uma viagem recente. O que quase ninguém sabe é que uma semente popular é um dos maiores benefícios de sua alimentação.
Em uma entrevista para a revista Boa Forma, Angélica revelou que não come carne vermelha há mais de 30 anos e que o frango não é uma opção no dia a dia. Sendo assim, a única carne animal que ingere é a de peixe, além de também restringir o glúten e lactose de sua dieta.
Dadas as restrições, a apresentadora, envolvida em polêmica com sua ex-nora, costuma incluir antioxidantes em sua alimentação, além de suplementos para melhorar o funcionamento do intestino. Mas é no café da manhã que ela come uma semente repleta de benefícios.
"Quando vou malhar cedo, tomo um shake de leite de amêndoas com frutas vermelhas, chia e whey protein. Na volta, bebo um suco de frutas. Nos dias em que não vou me exercitar, tomo só um suco e como um sanduíche de pão sem glúten com queijo de búfala. Às vezes, substituo o pão por tapioca com geleia ou um pão ciabatta com um ovo mexido", contou Angélica à Boa Forma.
Você provavelmente conhece os benefícios da chia ligados ao emagrecimento. Segundo especialistas, uma ou duas colheres de sopa por dia da semente hidratada pode ser uma grande aliada na perda de peso. Mas a chia não para por aí e também previne doenças cardiovasculares.
De acordo com informações do G1, um estudo feito pela pesquisadora Mariana Grancieri, da Universidade Federal de Viçosa (UFV), revelou que as proteínas presentes na chia oferecem benefícios na prevenção de doenças cardiovasculares. O foco da pesquisa foi investigar se esses compostos proteicos poderiam atuar na redução de inflamações, formação de gordura e placas nas artérias, fatores relacionados ao desenvolvimento dessas doenças.
Para chegar aos resultados, os pesquisadores simularam a digestão das proteínas da chia no organismo humano e testaram os compostos resultantes em células e, posteriormente, em camundongos com obesidade induzida. Os testes indicaram que, após a digestão, as proteínas originaram peptídeos com ação anti-inflamatória, anti-aterogênica e anti-adipogênica, contribuindo para o equilíbrio metabólico.
"Descobrimos que as proteínas da chia também possuem efeitos positivos contra alterações indutoras de doenças cardiovasculares, além das fibras e lipídeos que eram tidos como principais responsáveis por esses efeitos benéficos. Nós também constatamos que o elevado teor de lipídeos da chia, principalmente o ômega-3, é decorrente da composição proteica dessa semente. No desenvolvimento da planta, a configuração proteica é o que permite o armazenamento dos lipídeos", explicou Mariana Grancieri.
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