Um dos maiores ídolos do esporte brasileiro e mundial de todos os tempos, Ayrton Senna é sempre lembrado a cada corrida de Fórmula-1. Principalmente nos GPs de Interlagos (São Paulo), Mônaco (onde se tornou "rei" com seis vitórias) e Ímola (no qual sofreu o acidente fatal em 1º de maio de 1994 aos 34 anos).
Entre 1984 e 1994, Senna correu em quatro escuderias, venceu três vezes o campeonato mundial (1988, 1990 e 1991, todos pela McLaren), disputou 162 corridas, venceu 41 (a última na Austrália em 1993), e em 80 ocasiões terminou nas três primeiras posições. Namorado de Adriane Galisteu na época da tragédia, o tricampeão deixou além do legado nas pistas e uma grande preocupação social fora dela alguns ensinamentos.
Certa vez, Senna fez uma autoanálise da vida privilegiada, de sucesso que teve. "Eu, realmente, sou privilegiado. Sempre tive uma vida muito boa, mas tudo isso que consegui foi através de dedicação, perseverança e muito desejo de atingir meus objetivos. Muito desejo de vitória, vitória na vida, não vitória como piloto", iniciou o amigo de Galvão Bueno, responsável por transmitir suas vitórias, títulos e o acidente que o levou à morte.
"A vocês todos que assistiram e estão assistindo agora eu digo que seja quem você for, qualquer posição que você tenha na vida, um nível altíssimo ou mais baixo social tenha sempre como meta muita força, muita determinação e sempre faça tudo com muito amor e com muita fé em Deus. Um dia você chega lá. De alguma maneira você chega lá", completou.