Paolla Oliveira manifestou publicamente seu repúdio após um homem descobrir seu endereço e enviar dezenas de buquês de flores para sua casa. Segundo o jornal Extra, o remetente é um empresário. O ocorrido, classificado pela atriz como uma invasão, traz à tona um problema com o qual ela tem lidado bastante nos últimos anos: o stalking.
Paolla foi vítima deste crime de perseguição duas vezes nos últimos anos. Em 2024, a atriz denunciou uma fã obcecada, que virou figurante das novelas em que a estrela trabalhava com o objetivo de se aproximar dela.
Paolla conta que conheceu a mulher em um grupo de fãs, em 2020. Com o passar do tempo, ela apresentou comportamento mais agressivo, cobrava mais atenção da atriz e até chegou a acusá-la de usar drogas.
O estopim foi durante uma madrugada, quando Paolla recebeu mais de 40 ligações da mulher em seu telefone pessoal. Segundo a revista Veja, a atriz registrou queixa em uma delegacia do Rio de Janeiro e relatou o medo de a stalker cometer suicídio, coisa que ela já havia mencionado em um dos contatos.
O caso mais grave aconteceu em 2022. Por cerca de três meses, Paolla recebia diversas mensagens de um homem português no Instagram, algumas com ameaças. Em 5 de fevereiro daquele ano, ele apareceu no condomínio da atriz e disse que estava lá para buscar um celular que lhe pertencia e estava sob posse dela.
Paolla perguntou pelas características do homem e logo reconheceu que se tratava da mesma pessoa que lhe perseguia via Instagram. Ela impediu a entrada, mas ele permaneceu nas redondezas.
Horas depois, Diogo Nogueira, com quem ela vivia um relacionamento na época, caminhava até a casa de um vizinho e deu de cara com o homem. O português começou a ofendê-lo e disse que o sambista era o “Filho da p* que estava estragando sua vida”.
Diogo se sentiu ameaçado e deu um soco no stalker. A Polícia foi acionada e encontrou o homem desorientado, soltando frases desconexas. Ele chegou a ameaçar o casal de morte na porta da residência.
Segundo informações do jornal O Globo, Paolla conseguiu na Justiça medidas protetivas de afastamento e a proibição de qualquer forma de contato do português.