A criminosa conhecida como "Japinha do CV" foi dada como morta na megaoperação das polícias em comunidades do Rio há duas semanas. Dias depois, a morte foi descartada após ser constatado que apenas homens perderam a vida na ação. Agora, um novo capítulo se escreve: Maria Eduarda, a Penélope, foi às redes sociais e negou que alguém da família tenha comentado sua suposta morte no confronto.
Vale lembrar que uma pessoa se identificou como irmã dela e pediu o fim do compartilhamento das fotos da jovem sem vida e com o rosto desfigurado na web. Maria/Penélope afirmou ainda que hoje em dia vive longe do crime, porém sem falar aquela palavra. "Essa tal de Japinha que estão falando aí… Não sou eu. Essa menina não existe", cravou em vídeo (veja abaixo nesta matéria).
No desabafo, Penélope disse ter sido vítima de uma criação da imprensa. "Japinha não existe. Nem eu, nem outra menina que vincularam. Foi uma coisa que a mídia criou", falou. "Meu nome é Maria Eduarda, conhecida como Penélope. Tenho minha vida, minha história. Tem coisas da minha vida que eu prefiro deixar no passado, e que eu não levo mais para minha vida hoje em dia, não faço parte", completou.
"Então, eu estou viva, sim. Isso tudo foi o que a internet criou. Em nenhum momento, eu, minha família e ninguém próximo a mim veio falar. A internet já vinculou fotos e imagens de uma vida passada, que não levo mais, e falando que eu tinha morrido", frisou Maria Eduarda/Penélope.
Vale lembrar que dias atrás um historiador classificou as atitudes de "Japinha" de cruéis, e que logo a internet passou a apontar que o corpo atribuído a ela não poderia ser por conta de alguns detalhes.