O episódio desta terça-feira (14) mexeu com a paciência de quem acompanha a nova temporada do "MasterChef Confeitaria", viu? Teve caixa misteriosa, releituras de clássicos da infância, provas técnicas com exigência máxima e, claro, uma eliminação que provocou coro de insatisfação nas redes sociais... Mas antes de dizer quem foi embora, respire fundo: o caminho até a despedida foi cheio de altos, baixos e algumas alfinetadas. Aos detalhes, meu povo!
A abertura do programa propôs um exercício de memória afetiva. Os confeiteiros precisavam transformar doces de vitrine que marcaram a infância brasileira em versões de vitrine contemporâneas! Entre pé-de-moleque e maria-mole, a cozinha fervilhou de ideias e foi justamente nesse desafio que Ramiro Bertassin se destacou, garantindo a vitória na dinâmica e, consequentemente, um fôlego a mais no programa naquele momento.
A sequência, porém, foi para os fortes. A prova de eliminação exigiu seis técnicas com caramelo: gelato, crocante, mousse, biscuit, cremoso e decoração. Tudo em apenas duas horas. Não faltou ambição! Faltou, para alguns, gestão de riscos...
No calor da banca, houve debates técnicos acalorados. Helena Rizzo não se conteve diante de texturas e sabores. Ao comentar sobre uma mousse, provocou o participante perguntando se não havia queimado o açúcar. Em outro momento de leveza que viralizou, a chef até compartilhou uma lembrança inusitada: “eu tomava licor quando eu era criança... e vinho com água”, afirmou, arrancando risos. É mole!?
Também no mesmo bloco, Johnlee recebeu puxões de orelha por tentar “vender” sua criação além do que ela entregou. Descrito pelos jurados como alguém que se “vendeu” demais, ele foi chamado de “Luiza”, referência à participante conhecida por contornar verdades em temporadas anteriores. Resultado: apresentação vistosa, mas sabores confusos. Não eliminou, mas ficou marcado!
E então, o deslize técnico que determinou a saída. Natan Montenegro, que havia mostrado repertório e até conquista no programa (levou um pin ao surpreender com uma sobremesa que combinou cogumelos e pele de tilápia), viu sua trajetória interrompida por um detalhe que, no caramelo, é fatal. O sorvete que faria parte de sua estrutura saiu ultracongelado (duro demais, sem a textura necessária para harmonizar com as demais camadas)!
Ele não escondeu a frustração. “Eu vacilei”, admitiu com franqueza. Em entrevista depois da eliminação, Natan foi ainda mais direto sobre o que o incomodou no resultado final: não só o próprio erro técnico, mas quem, na visão dele, sempre escapou das bancas de risco.
“Eu saio chateado sobre quem deveria e quem não deveria estar nesta prova de eliminação. A Marina com certeza não deveria ter subido para o mezanino. Ela não entrega, desde o início do programa, e ela está sempre culpando as outras pessoas”, afirmou à Band. Duro, mas sincero.
No fim, a mesa técnica escolheu: Italo Andrade venceu a prova de eliminação; Natan deixou a competição por conta do sorvete que não colaborou e levou consigo um lamento que ecoou entre os fãs!
Se a bancada avaliou técnica e execução, o público avaliou sob outro prisma: social. Nas timelines do X (antigo Twitter), a sessão de comentários virou panela de pressão! "Natan ter saído e aquela mulher ter ido para o mezanino foi a coisa mais bizarra de hoje", reclamou um perfil sobre Marina.
"Alguém tira essa mulher chata! Ninguém aguenta mais a Marina", reclamou outro. "Tá feio demais esse favoritismo do programa pra Marina, só por causa do Le Cordon Bleu", disse mais alguém, referindo-se ao cargo dela como diretora acadêmica da empresa.