Ratinho virou assunto nas redes sociais após a revelação de que ele se tornou cidadão paraguaio. O apresentador, que, recentemente, fez duras críticas a Junior Lima, negou as especulações de que vai se mudar do Brasil.
“Tudo conversa fiada, continuo morando no Brasil. É o meu país, eu nunca vou sair do Brasil. Sou apaixonado pelo Brasil, vou continuar trabalhando no SBT até quando o SBT quiser. Tô feliz lá, continuo dando uma boa audiência para a televisão”, iniciou Ratinho.
O comunicador esclareceu que a residência no Paraguai é apenas uma oportunidade de negócios. “No Paraguai, eu só fui comprar terra. Tem mais vantagens comprar terra no Paraguai do que no Brasil hoje. Foi por isso. É só por uma questão de negócios. Evidentemente, para ter terra no Paraguai, tem que ser cidadão paraguaio, tem que ter residência, como o Green Card nos Estados Unidos”, esclareceu.
Ratinho é dono de uma fortuna de R$ 1 bilhão, segundo informações do portal iG, e possui hoteis, criação de gado, 6 emissoras de TV e 77 de rádio.
Não é preciso ter parentesco com um cidadão paraguaio para obter a cidadania. Basta apenas escolher entre dois requisitos. O primeiro deles é o período de residência. É preciso viver por mais de três anos de forma regular no país, exercer atividade profissional, como comércio, indústria e arte, além de ter boa conduta. Para comprová-la, é obrigatório apresentar certificado de antecedentes criminais.
A segunda forma é o programa de investimento, oferecido a pessoas que possuem empresas no Paraguai. O investimento mínimo da firma é de 70 mil dólares, pouco mais de R$ 374 mil na atual cotação.
Essa atitude tem se tornado cada vez mais popular entre empresários. O principal fator que justifica a chegada de empresários no Paraguai, país de origem da modelo Larissa Riquelme, é a carga tributária reduzida, além da maior segurança jurídica. O portal TaxMove define o país como “um paraíso fiscal legal perfeito”.