Marcas de 8 tiros na parede e revólver na boca da irmã: Angélica passou por experiência traumatizante aos 4 anos em invasão à casa da família
Publicado em 14 de março de 2026 às 05:57
Por Guilherme Guidorizzi | Notícias da TV, novelas e famosos
Escreve sobre novelas e entrevista o elenco para trazer as novidades dos próximos capítulos. Produz conteúdos sobre famosos e TV.
A violência urbana, tema constante em nossas vidas, marcou profundamente a infância da apresentadora Angélica. Aos 4 anos, um assalto violento a sua casa em São Bernardo deixou cicatrizes emocionais, mas também moldou a mulher que ela se tornaria. Descubra como essa experiência traumática e o apoio inesperado de Chacrinha a impulsionaram para o estrelato
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A questão da violência urbana será um dos temas centrais das eleições 2026 de outubro, mas há décadas faz parte do dia a dia da população. Prova disso é que no final dos anos 1970, Angélica passou por uma experiência traumatizante aos 4 anos de idade quando a casa da família foi invadida e a irmã escapou de uma morte violenta. "Minha irmã teve um cano de revólver enfiado na boca", afirmou em outubro de 1996, poucos meses após sua estreia na Globo.

"Ladrões entraram na minha casa em São Bernardo (SP) e fizeram meus familiares reféns. Houve tiroteio, e por muito tempo tivemos a marca de oito tiros na parede (...). Foi horrível. Tive de fazer terapia. Mas esse assalto, de alguma forma, me ajudou a ser quem sou hoje", prosseguiu a hoje mulher de Luciano Huck e com quem, ao lado dos filhos, passaria por outra experiência traumatizante em 2015, quando avião que levava a família fez pouso de emergência.

Apresentador foi fundamental para Angélica se curar de trauma de assalto

Ainda para a revista "Veja", Angélica, então perto dos 23 anos, contou ter adquirido um trauma uma vez que os bandidos estavam usando máscaras. "Depois disso não podia ver ninguém disfarçado, mesmo usando roupa de palhaço, que me assustava muito. Uma das poucas coisas que me faziam bem era assistir ao programa do Chacrinha (1917-1988)", prosseguiu a apresentadora. Pouco depois, a futura comunicadora e cantora acabou ganhando um concurso de beleza infantil na atração do Velho Guerreiro, apelido dado ao apresentador.

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"O Chacrinha me curou do assalto, me colocou no colo, brincou todo o tempo comigo. Depois disso comecei a fazer comercial e não parei mais", acrescentou a mãe de Joaquim, Benício e Eva.

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A então namorada de César Filho afirmou que não tinha medo de ser sequestrada. "Por três motivos. Primeiro, que é burrada o cara fazer isso com artista. Empresário é mais fácil. Segundo, vai esconder a Angélica onde? E, usando uma frase do Silvio Santos (1930-2024), a opinião pública cai de pau e obriga a polícia a achar os bandidos, que acabam entregando o sequestrado famoso", discursou. Por outro lado, admitiu Angélica:

"Estou cansada de ser assaltada, de sentir medo de tomar um tiro na cabeça". Vale lembrar que Luciano Huck escapou da morte em ação criminosa nos anos 2000. E voltando a 1996, encontramos Angélica relatando ainda três tentativas de assalto em cerca de um ano. Em uma dois bandidos apontaram um revólver para a cabeça de César.

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"Por sorte, não me viram. Consegui abrir a porta devagarinho, para o outro lado da rua, me joguei no asfalto e fiquei agachada, entre outros carros parados", recordou, acrescentando que contava com três seguranças, sendo dois no Rio, e que possuía sete automóveis, um para ser usado a cada dia da semana.

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