‘Quando encontrava a Angélica, queria ir embora': entenda por que presença da apresentadora já causou desespero em Adriane Galisteu
Publicado em 10 de novembro de 2025 às 16:20
Por Matheus Queiroz | Notícias dos famosos, TV e reality show
Jornalista por vocação, apaixonado por música, colecionador de CDs e neto perdido de Rita Lee.
Adriane Galisteu conta que dividiu testes com Angélica e Rodrigo Faro no começo da carreira.
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Adriane Galisteu relembrou o início da carreira em entrevista ao podcast “PodPah”. A apresentadora, que acaba de lançar um documentário onde conta sua história com Ayrton Senna, revelou que, antes de alcançar o sucesso, realizou uma série de testes com Angélica e Rodrigo Faro.

Galisteu começou a carreira aos 9 anos, com testes para comerciais de televisão. “Fazia com a Angélica, o Rodrigo Faro… A gente começou muito juntos”, conta Galisteu. No entanto, encontrar a, hoje, colega de profissão era sinônimo de desespero.

Eleita a menina mais bonita do Brasil, Angélica desbancava fácil os concorrentes. “Quando eu encontrava a Angélica nos testes, eu falava: ‘mãe, vamos embora, a menina da pinta vai ganhar’”, relata Galisteu.

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A apresentadora de “A Fazenda”, que pega fogo com a escolha do Super Paiol, decidiu fazer testes para publicidade inspirada por uma amiga da escola que já estrelava propagandas. Ela relata que o ambiente era bastante tóxico.

“De frente, de costas, de lado… Você sim, você não… O sistema era bruto”, relembra. Galisteu garante que não se intimidou com os “nãos”: “Pra muita gente, é traumático, pra mim, só me deu força. Eu nunca desisti. Eu falava: ‘mãe, uma hora vai dar certo’.”

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SÉRIO DE ADRIANE GALISTEU SOBRE AYRTON SENNA RELEMBRA GRAMPO TELEFÔNICO POLÊMICO

“Meu Ayrton Por Adriane Galisteu”, disponível na HBO Max, trata do polêmico grampo que a família fez no telefone da casa do piloto, com o objetivo de arruinar o relacionamento. Galisteu recebeu ligações de ex-namorados durante os quatro meses em que o telefone ficou grampeado. Apesar de as conversas não serem comprometedoras, o dossiê foi entregue a Ayrton no dia 30 de abril de 1994, um dia antes de ele vir a óbito no trágico acidente em Ímola.

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“Eles juntaram as gravações e levaram para o Ayrton ouvir na véspera dele morrer. Leo [irmão] foi quem levou. Era um ex-namorado ligando para Adriane. Em determinado momento, ele pergunta quem era melhor de cama e ela ria, não respondia. Depois, teve ligação do ex-namorado dizendo que Ayrton era cafona por conta das roupas que usava. Eram umas bobagens assim", conta Luiza Braga, viúva de Braguinha, braço-direito de Senna.

Segundo Luiza, Ayrton ouviu as ligações, mas a reação foi bem diferente do que a família esperava. "Ayrton ouviu tudo, falou com Adriane ainda lá em casa sobre as gravações. 'Quando chegar no Algarve, vou te colocar no colo e te dar umas palmadas', ele disse para ela. Ou seja, nem Ayrton achou tão ruim assim o conteúdo. Mas para o pai e a mãe, alguém rir com o ex-namorado era algo de outro planeta. Eles queriam provar para o Ayrton que a Adriane Galisteu era puta.”

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