Após Suzane von Richthofen, Cristian Cravinhos usa visibilidade de 'Tremembé' para ganhar dinheiro e alfineta série
Publicado em 18 de novembro de 2025 às 16:42
Por Matheus Queiroz | Notícias dos famosos, TV e reality show
Jornalista por vocação, apaixonado por música, colecionador de CDs e neto perdido de Rita Lee.
Cristian Cravinhos foi condenado pelo assassinato da psiquiatra Marísia von Richthofen, em 2002.
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Cristian Cravinhos ficou revoltado com a série “Tremembé”, após ser retratado como um homem que gosta de usar calcinha. Agora, o assassino de Marísia von Richthofen parece que quer aproveitar da visibilidade da produção.

Cristian anunciou, em seu perfil do Instagram, a venda de um quadro. Ele afirma que pintou a obra em 2007, quando estava no presídio de Tremembé. “Minha mãe me ensinou a pintar desde pequeno. Ela era artista plástica e também economista. Aprendi com ela e aproveitei para exercitar isso enquanto podia no presídio”, afirmou.

Cristian, que, recentemente, sofreu um grave acidente de moto, relata que a pintura foi uma grande aliada durante a prisão. “Descontava muitas das minhas aflições pintando quadros. Vou me desfazer dele, preciso fazer esse corre para levantar um dinheiro. Quem se interessar pelo quadro é só me procurar que a gente faz um bom negócio”, desabafou.

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O ex-detento de Tremembé ainda aproveitou para alfinetar novamente a série. “Essa história sim é verdade”, escreveu.

Suzane von Richthofen é outra personalidade retratada em “Tremembé” que tirou proveito dos holofotes. A assassina dos pais reativou um perfil do Instagram onde vende chinelos personalidades. A página ganhou milhares de novos seguidores nas últimas semanas.

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Cristian já havia movido uma ação no passado por conta da série “Investigação Criminal”, que trouxe detalhes do assassinato dos pais de Suzane. A informação é do colunista Gabriel Vaquer, do jornal Folha de São Paulo.

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Cristian pediu R$ 50 mil de indenização por danos morais. Ele apontou que a Prime Video e a produtora Medialand usaram sua imagem sem autorização. O irmão de Daniel defendeu que tinha “direito ao esquecimento”, conceito jurídico que impede que um fato que causa sofrimento ou transtorno volte a ser exposto publicamente.

Vale lembrar que, em 2021, o Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu que o direito ao esquecimento é incompatível com a Constituição Federal.

Cristian perdeu a ação no ano passado e o caso foi arquivado. O desembargador Penna Machado, relator do caso, concluiu que as empresas não cometeram qualquer dano à imagem dele. Na decisão, o magistrado ainda destacou que os documentos e imagens que constam na série foram obtidos junto à imprensa ou diretamente nos autos do processo do assassinato.

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