Diagnosticada com lesão pré-maligna no intestino, Val Marchiori sofreu derrota na Justiça em ação movida por um eletricista. O profissional prestou serviços de inspeção completa e pequenos reparos de emergência à socialite e ao marido dela, Amilton Augusto, na casa que a famosa tem em Angra dos Reis, Costa Verde do Rio de Janeiro, relatou ameaças por parte do advogado e que não foi pago após concluir os trabalhos.
Ao se pronunciar, Val afirmou que irá recorrer da decisão e que não reconhece tal dívida - leia abaixo. A ação passou a correr na Vara do Juizado Especial Cível e Criminal da Comarca de Araras, em São Paulo, em agosto, e o martelo foi batido no último dia 9 a favor de L.S.F., trabalhador autônomo.
A Justiça determinou que o anônimo receba os R$ 3,4 mil devidos por Amilton e Val, hoje curada de um câncer de mama. A informação é da colunista Fábia Oliveira, do "Metrópoles".
No entender de Paulo Rogério Malvezzi, juiz que analisou a questão, de fato L.S.F. prestou serviços ao casal e afastou a hipótese dos famosos não terem responsabilidade na contratação do eletricista, argumento usado por Val e Amilton. Para Malvezzi, os réus deixaram de apresentar provas que fossem suficientes para livrá-los de pagar o valor devido ao trabalhador.
Na ação, a Justiça entendeu também que o engenheiro A.A.J., intermediário na negociação, cobrou dos famosos o pagamento pelo trabalho. E não atendeu o pedido de L. sobre indenização por danos morais, uma vez ter havido o entendimento de ausência de provas a respeito da suposta ameaça que o funcionário recebeu de Amilton.
Por fim, o juiz do caso excluiu responsabilidade do engenheiro na questão, indicando que A. foi somente intermediador no contrato com L.
De acordo com Val, "o próprio proprietário da empresa responsável pelo serviço relacionado à troca de energia solar reconheceu que houve má-fé na conduta do profissional envolvido". A socialite afirmou que trata-se de uma "situação injusta" e que seu nome foi usado de "maneira indevida", relacionando ao fato de ser pessoa pública.
"Quero deixar claro: nem eu nem meu marido reconhecemos essa dívida ou qualquer responsabilidade por ela. Vou recorrer da decisão judicial. Não pelos R$ 3.400, que, graças a Deus, não me fazem falta, mas por uma questão de princípio, respeito e justiça. Não se trata de dinheiro. Trata-se da verdade, da minha honra e da honra da minha família. Não aceitarei que meu nome seja injustamente manchado. Confio na Justiça e seguirei lutando para que todos os fatos sejam esclarecidos", concluiu.