A mansão de Silvio Santos no Guarujá: com design de famoso arquiteto coreano, imóvel de 1950 foi construído pela família Matarazzo; posto de gasolina alemão é inspiração
Publicado em 13 de fevereiro de 2026 às 18:08
Por Rafael Munhos | Novelas e TV
Jornalista apaixonado por novelas, filmes, séries e música eletrônica. Também adoro fazer corrida de rua.
Conheça os detalhes da mansão que Silvio Santos morou por mais de 50 anos
Veja + após o anúncio

A mansão que pertenceu a Silvio Santos no Guarujá - fenômeno da TV que faleceu em agosto de 2024 -, sempre despertou curiosidade, não apenas pelo dono ilustre, mas pela arquitetura que transformou o imóvel em referência na Baixada Santista. 

Localizada no Jardim Virgínia, área nobre do litoral paulista, a propriedade foi o refúgio do apresentador desde os anos 1970 até seu falecimento. Foi ali que ele viveu com a família, longe dos estúdios, em um endereço que se tornou quase ponto turístico informal.

Construída na década de 1950, a casa foi construída por Eduardo A. Matarazzo e depois foi vendida ao pai dele, Conde Francisco Matarazzo Junior, integrante de uma das famílias mais tradicionais da elite industrial brasileira.

Veja + após o anúncio
Veja também
Cariúcha incomoda filha de Silvio Santos por polêmica com médico e SBT estuda decisão sobre volta da apresentadora ao 'Fofocalizando'
Qual era o diferencial na mansão de Silvio Santos?

O projeto leva a assinatura do arquiteto japonês Toyo Ito, considerado um dos nomes mais inovadores da arquitetura contemporânea. Conhecido por integrar conceitos do mundo físico e virtual em suas criações, Ito desenvolveu uma linguagem que foge da rigidez tradicional — característica perceptível na mansão do Guarujá.

Mas o que realmente diferencia a mansão é o projeto arquitetônico ousado. A construção foi inspirada em um posto de gasolina na Alemanha, algo absolutamente fora do padrão para residências da época. As linhas curvas e a estética moderna chamaram tanta atenção que o imóvel chegou a ser capa da revista Casa e Jardim em 1961. A influência europeia aparece no desenho fluido e na sensação de movimento que a estrutura transmite.

Mesmo sem tombamento oficial, o imóvel virou referência urbana. Até hoje, motoristas reduzem a velocidade ao passar pelo endereço para observar a construção de perto. Mais do que uma casa luxuosa, a mansão se tornou parte do imaginário popular.

Sobre
Últimas Notícias
Últimas Notícias
Tendências
Todos os famosos
Top notícias da semana