Neta famosa de Benedito Ruy Barbosa, atriz dá adeus ao avô; autor de novelas da Globo morreu aos 95 anos: 'Para sempre no coração'
Publicado em 7 de julho de 2026 às 12:40
Por Guilherme Guidorizzi | Notícias da TV, novelas e famosos
Escreve sobre novelas e entrevista o elenco para trazer as novidades dos próximos capítulos. Produz conteúdos sobre famosos e TV.
O adeus a Benedito Ruy Barbosa, mestre das novelas que marcaram gerações, tocou o coração de sua neta. Atriz compartilha uma despedida emocionante, revelando o lado avô que poucos conheceram
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A morte de Benedito Ruy Barbosa abalou uma das netas do autor de novelas como "Pantanal" (1990) e "O Rei do Gado" (1996). Pai de quatro filhos, o novelista deixou ainda outros nove netos e dois bisnetos ao morrer aos 95 anos, de insuficiência renal crônica, nesta terça-feira (7) após enfrentar seguidos problemas de saúde.

Mas ao contrário do que muitos pensam, Benedito não era avô de Marina Ruy Barbosa (entenda aqui a confusão) e sim de Paula Barbosa, que atuou em algumas de suas obras na TV. E foi a artista através de sua rede social quem se despediu do avô famoso, cujo corpo será velado ainda nesta terça.

"Você foi um gigante, mas isso todos sabem. E o que só eu sei é o avô incrível que eu tive. Tenho tantas lembranças inesquecíveis... Tantas histórias que vivi ao seu lado, que conto para os seus bisnetos e eles morrem de rir. Para sempre nos nossos corações. Obrigada por tudo. Amo você além dessa vida", escreveu.

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Benedito Ruy Barbosa escreveu novela de mais de 490 capítulos

Ao longo da carreira, Benedito Ruy Barbosa escreveu novelas que se tornaram clássicos da TV brasileira. Na Globo, uma das primeiras foi "Cabocla", em 1979. Dois anos depois, na Band, escreveu "Os Imigrantes", que se esticou em mais de 490 capítulos. Na volta à emissora líder, outro sucesso: "Paraíso" (1982).

Com "Vida Nova" (1988-1989), precisou mudar a história em decorrência do grave problema de saúde do protagonista, Lauro Corona. Saiu da Globo para lançar "Pantanal", em 1990, na Manchete. Sua terceira passagem pela emissora carioca começou em 1993 com "Renascer".

Em 2002, escreveu a conturbada "Esperança" e precisou largar a novela ao meio. Entre 2004 e 2014, assinou remakes de quatro obras consagradas, entre elas "Sinhá Moça" (2006). O último trabalho viria em 2016 com "Velho Chico".

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