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Fotos: Jean-Jacques Rousseau, filósofo francês: 'Não temos nada a mostrar, a não ser uma aparência frívola e enganosa, razão sem sabedoria e prazer sem felicidade'
Publicado em 21 de julho de 2026 às 16:00
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Jean-Jacques Rousseau, filósofo francês: 'Não temos nada a mostrar, a não ser uma aparência frívola e enganosa, razão sem sabedoria e prazer sem felicidade' © Divulgação, MUBI
Jean-Jacques Rousseau, filósofo francês: 'Não temos nada a mostrar, a não ser uma aparência frívola e enganosa, razão sem sabedoria e prazer sem felicidade'
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Ainda no século XVIII, o filósofo francês já previa que nossa infelicidade surgiria da comparação. O que ele não poderia imaginar é que ela seria potencializada pelas redes sociais © Divulgação, AMC
Ainda no século XVIII, o filósofo francês já previa que nossa infelicidade surgiria da comparação. O que ele não poderia imaginar é que ela seria potencializada pelas redes sociais
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No século XVIII, o filósofo Jean-Jacques Rousseau defendia que reduzimos tudo às aparências — uma ideia que hoje parece mais atual do que nunca diante das redes sociais © Divulgação, Warner Bros. Pictures
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Rousseau distinguia duas formas de amor por nós mesmos, sendo a primeiro o amor-próprio natural e a segunda o amor-próprio social, que ocorre quando enxergarmos nós mesmos através do olhar do outro © Divulgação, AMC
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Muitas vezes, deixamos de acreditar que nosso valor está em quem somos e começamos a vinculá-lo à forma como nos mostramos e somos vistos © Divulgação, Netflix
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A linha que separa o desejo de estar bem consigo mesmo da necessidade de que os outros percebam isso torna-se cada vez mais tênue © Divulgação, MUBI
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A teoria da comparação social de Leon Festinger afirma que nos compararmos constantemente reduz o bem-estar, aumenta os níveis de ansiedade e depressão e distorce a autoimagem © Divulgação, Warner Bros. Pictures
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