Para Tatá Werneck, Brigitte de 'Quem ama, cuida' vive uma carência afetiva: “Por trás desse fascínio que ela tem, acho que ela não desistiu do amor de uma mãe, e às vezes qualquer migalha você tenta preencher esses buracos" - Foto
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Para Tatá Werneck, Brigitte de 'Quem ama, cuida' vive uma carência afetiva: “Por trás desse fascínio que ela tem, acho que ela não desistiu do amor de uma mãe, e às vezes qualquer migalha você tenta preencher esses buracos"
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