Afonso (Humberto Carrão) finalmente flagrou Maria de Fátima (Bella Campos) e César (Cauã Reymond) juntos em "Vale Tudo"! O cenão, que marcou a versão original com uma sequência cheia de adrenalina e emoção, foi recriado no remake de Manuela Dias nesta quinta-feira (21), deixando os internautas em polvorosa. Teve soco no rosto, “não transo violência” e muito drama que a gente ama! Contudo, algumas questões foram “suavizadas” em comparação à versão de 1988...
A começar por um detalhe sutil, mas relevante na construção dos personagens do folhetim. Na primeira versão, enquanto Fátima e César estão na cama, Afonso toca a campainha. Pensando ser a camareira, é o próprio César quem diz que não deveriam abrir a porta.
Desta vez, em 2025, é a filha de Raquel quem hesita em atender um suposto funcionário do hotel em que está hospedada. Seu amante, no entanto - de cueca boxer preta, bem diferente do galã dos anos 80 que exibiu o bumbum no cenão - insiste. O resultado foi uma surpresa nada agradável...
Afonso surge com os olhos marejados, em um tom muito mais sofrido do que irritado. Se na primeira versão o personagem quase explode de ódio e chega a xingar a esposa de “piranha”, agora ele parte para cima de César com um semblante “quebrado”. O peso é mais emotivo e menos agressivo... o personagem soa muito mais compreensivo nesta releitura.
Mesmo assim, o clima continua tenso. Depois de dar um soco no rosto do rival, o que gerou até um alívio cômico ao recriar a gíria dos anos 80 - “Não transo violência” -, Afonso rebate, furioso: “Não transa violência, mas transa com a minha mulher!”. Fátima tenta se defender: “Você está tomando conclusões precipitadas, calma!”.
O marido (agora futuro ex) reage na hora: “Cala a boca!”. Pois é: nada de “piranha”, como disse o personagem na versão original. Uma mudança significativa, que reflete tanto os padrões de 2025 quanto a linha narrativa de Manuela Dias.
Nas redes sociais, as opiniões se dividiram quanto às alterações, mas ninguém deixou de aclamar o cenão. “P*ta que pariu! Melhor momento da novela até agoraaaaa, tô doida aqui gritando!”, escreveu uma pessoa no X (antigo Twitter). “Tô passando mal de rir com o ‘não transa violência, mas com a minha mulher sim’, socorro! Isso ficou muito bom”, comentou outra. “Humberto Carrão, Bella Campos e Cauã Reymond deram o nome! Até que essa novela tem jeito”, brincou um terceiro.
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