Angélica fez um forte desabafo sobre a convivência com o pai, Francisco Ksyvicks. Aos 87 anos, ele vive um estado de saúde delicado por complicações de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) sofrido em 2021. A apresentadora revelou que tem uma estratégia para resgatar memórias - tanto para ela, quanto para ele.
"Estou em uma fase onde estou fazendo umas retrospectivas da minha vida e isso veio muito com o fato dos meus pais estarem envelhecendo. Meu pai está bem mais debilitado e tenho convivido muito com ele nessa situação. Então, algumas vezes quando estou com ele e vou embora, fico lembrando de histórias na minha cabeça, me forçando a lembrar histórias porque não quero esquecer", contou Angélica no programa "Quem é Você Nesse Rolê?".
Angélica afirma que o pai está “muito debilitado” e, por isso, busca resgatar histórias de quando “ele estava ativo”. “Tenho uma ligação muito forte com meu pai. As minhas memórias que não são de trabalho são com ele, porque sempre gostei de esporte e ele também. Lembro de eu jogando vôlei com ele, andando de bicicleta, ele secava o meu cabelo...", recorda.
Com bom humor, Angélica, vista dançando com Virgínia Fonseca recentemente, relata que os filhos têm reclamado da frequência com que ela traz histórias antigas à tona. "Fico com medo de esquecer, com medo dessas memórias irem embora. Ele está indo embora e tenho medo dele levar essas memórias. Então, fico lembrando de bobeiras... Meus filhos não aguentam mais eu contando histórias minhas pequenas com meu carro (risos).”
Recentemente, Angélica esteve envolvida em uma polêmica judicial. A apresentadora foi processada por um ex-funcionário que atuava como cuidador de seu pai. O profissional pede uma indenização de R$ 191.674,18. As informações são do colunista Daniel Nascimento, do jornal O Dia.
O funcionário trabalhou com a família por 3 anos e 9 meses. Além de cuidar do pai de Angélica, ele também prestava atendimentos à mãe da apresentadora, Angelina Ksyvicks. Ele alega que cumpria jornada 12x36 e trabalhava em dias festivos, mas nunca teve a carteira assinada. O último salário informado seria de R$ 6.600.
Segundo documentos da ação, ele teria sido demitido por mensagem do WhatsApp em julho deste ano. O ex-funcionário acusa Angélica de não pagar verba rescisória, férias e 13º. Agora, ele busca na Justiça indenização por danos morais, reconhecimento do vínculo empregatício, assinatura e baixa da CTPS, aviso prévio de 39 dias, pagamento de salários atrasados e FGTS.
O juiz negou um pedido de audiência online e a expectativa é que Angélica e o ex-funcionário fiquem cara a cara no início de 2026.