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Elizabeth Savala reclama do peso em cenas de 'Amor à Vida': 'Me sinto uma broa'

Elizabeth Savalla intepreta a ex-chacrete Márcia em 'Amor à Vida' e serve hot dog nas cenas da personagem, enquanto faz dieta fora da ficção
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Elizabeth Savalla intepreta a ex-chacrete Márcia em 'Amor à Vida' e serve hot dog nas cenas da personagem, enquanto faz dieta fora da ficção

A nova novela das nove, 'Amor à Vida', está apenas no oitavo capítulo, mas já desponta como um dos sucessos do horário. Dentre os personagens que já caíram nas graças do público, a divertida ex-chacrete Márcia, vivida por Elizabeth Savalla, vende hot dogs pelas ruas de São Paulo e chama a atenção com um jeitão popular e despachado durante as cenas. Em conversa com o Purepeople, a atriz conta como foi o apoio que recebeu de Rita Cadillac para o papel, e revela que está feliz de voltar ao trabalho depois de ter superado alguns problemas em 2012, com a chegada da menopausa e a perda do pai.

Quando soube que ia interpretar uma ex-dançarina, Elizabeth pediu para falar com Rita Cadillac. "Tivemos dois encontros apenas, mas bastante intensos. Foi em um hotel em São Paulo, quando estávamos começando a gravar. Eu pedi para a produção, pois já tinha visto o filme dela e achei que a personagem se identifica. Resolvi marcar e ela foi gentilíssima, um amor, batemos um papo e foi muito legal", conta a atriz, frisando que Márcia não é nenhuma imitação de Rita: "Eu não sou uma atriz que imita, tem gente que tem essa capacidade, eu não. E nem queria imitar, queria apenas ter um conhecimento do universo dela".

Essa consultoria contribui para alguns detalhes da personagem. "O resultado desse papo acaba indo para a cena. Ela me ensinou a fazer uma dancinha rápida, que eu usei no momento em que Paloma (Paolla Oliveira) vai atrás da Márcia procurando a filha, e ela se apresenta como 'Tetê Para-choque e Para-lama', fazendo em seguida a dancinha. O autor e o diretor aproveitaram essa cena para mostrar no cenário o altar que ela tem em casa, com todas as lembranças do que ela foi nos seus tempos de sucesso", explica.

Porém, a apresentação de seu nome de chacrete foi criada pela própria atriz: "O gestual do 'Para-choque Para-lama' é criação minha. Ainda não foi ao ar por inteiro, tem o beijinho do lado, mas na edição muita coisa vai 'dançando'... Porque é preciso contar a história. O Walcyr (Carrasco) escreve muito, a trama está rolando rapidamente".

Interpretando uma personagem que transita entre o humor e o drama, Savalla comenta como é diferente estar em um ou outro núcleo do folhetim: "Fui mocinha durante anos, sei o que a Paolla está passando, coitada. Ela chora o dia inteiro e tem muito texto para decorar. Sei bem o que é isso, já inundei de lágrimas aquele antigo estúdio da Globo, no Jardim Botânico, quando fazia mocinhas. Depois de uma certa idade passei a fazer vilãs, o que foi uma luta minha dentro da casa, porque não acreditavam que daria certo. Mas, se eu gosto de fazer protagonista, adoro fazer antagonista, é maravilhoso! Como agora, o grande personagem da novela para mim é o 'Gato Félix', como eu chamo o personagem do Mateus Solano".

Aos 58 anos, a atriz conta que está podendo agora aproveitar as alegrias do trabalho, após um período difícil. "2012 foi um ano muito barra pesada na minha vida. Primeiro porque entrei na menopausa, o que já deixa você completamente desequilibrada. Ninguém fala disso, mas a menopausa é como se fosse uma trombada de frente, de um trem com um avião. Os seus hormônios ficam uma loucura! É como se você estivesse em uma TPM a mil por hora, todos os dias. É um problema muito sério para a mulher. A gente pensa que vai ficar jovem a vida inteira e não é assim. É muito difícil lidar com a menopausa. Junto a isso tive um problema de tireoide, que tive de estirpar, e quando se tira essa glândula é preciso cuidar disso com remédios para o resto da vida".

Além dessas duas questões, ela também precisou lidar com a perda do pai, no dia 19 de abril, o que não foi fácil. "Em maio fez um ano. Meu pai sempre foi um grande amparo, principalmente alguém como o meu era, daquele tipo espanhol, bem forte. Eu sempre soube que, se um dia viesse a acontecer alguma coisa comigo, eu tinha a quem recorrer, o meu porto seguro. Por isso fiquei muito abalada. Imagina eu, uma mulher de 58 anos, me sentindo como uma órfã de 10 anos", explica. Por este motivo delicado, ela confessa que chegou a recusar trabalho: "Houve uma fase de fragilidade, sim. Eu ia fazer o remake de 'Gabriela' e não fiz porque não tinha condições emocionais. Mas também, o sucesso da Malvina na primeira versão foi tão grande, que até achei que ia ser meio sem graça fazer de novo... (risos). Aí veio a Márcia agora, que é maravilhosa e me faz ir pra qualquer lado, ela pode tanto ser dramática quanto cômica. Nada acontece por acaso".

Na trama, Elizabeth contracena com a estreante em novelas Tatá Werneck, que interpreta sua filha. Para ela, dividir a cena com a novata enriquece o trabalho. "Nunca tive problemas em contracenar com quem está começando, até porque fui muito ajudada pelos colegas no início da minha carreira. O mínimo que tenho que fazer é tratar com muito respeito e carinho". Como uma verdadeira "mãe coruja", a veterana é só elogios para a parceira de cena: "Ela é super doce, uma gracinha, quietinha. Sempre tive essas meninas que interpretam minhas filhas na ficção como amigas. Tenho quatro filhos homens e dois enteados, então, quando faço mãe de uma menina, adoro! Aproveito para conversar. E eu gosto muito da Tatá, embora não pareça, ela é tímida, assim como eu. A gente está tendo uma troca muito legal. Tenho tentado aprender com ela, o timing de comédia dela é diferente, moderno, mais jovem".

Tatá Werneck ficou conhecida em programas de humor e comédias do gênero stand up, onde o improviso é uma ferramenta bastante usada pela atriz. Mas segundo sua colega, esse recurso não está sendo usado em "Amor à Vida". "Ela não está improvisando. O Walcyr Carrasco quer o texto dele 'ipsis litteris'. Pode até vir um caquinho ou outro de vez em quando, mas no geral é o texto puro. Inclusive, se alguém não fizer o texto dele, já foi ameaçado, em uma brincadeira na reunião para falar da novela, em que ele disse 'já que estamos gravando em um hospital, quem não seguir o texto eu vou deixar em coma' (risos)... Então todos nós estamos tendo essa preocupação".

E essa não é a única. A atriz não esconde que é vaidosa e se preocupa com a imagem. "Toda vez que me vejo em cena, eu me sinto uma broa (risos). Estou tentando dar um jeito de emagrecer e desde outubro estou fazendo uma dieta pesada. Ou pelo menos tentando, pois não é fácil. Tem marido, tem os filhos, a gente sai para jantar... Eu gosto de um vinhozinho para acompanhar a refeição, de vez em quando, enfim... O que facilita é que não sou fanática por doce, então meu problema não é esse. Cortei o pão estou tentando fazer uma dieta sem glúten, o que tira massa, bolo, biscoito... Tira tudo, na verdade! Mas, por outro lado, estou descobrindo outras coisas que eu não conhecia, como o macarrão feito de arroz, por exemplo, que tem o gosto muito parecido com o comum", explica.

Como sua personagem vende cachorro-quente em uma van, na maioria das cenas Elizabeth está com a "mão na massa", servindo os clientes. Mas ela foi clicada comendo um caqui nos bastidores, durante o intervalo entre as gravações. Sinal de que leva bastante a sério o desafio. "O hot dog da Márcia eu não como. Até gosto muito de cachorro-quente, fico tentada, mas resisto", ela reafirma.

E mesmo a novela estando tão no início, a resposta do público já é sentida pela atriz, nas ruas. "Quando a zona sul começa a comentar também, é o meu termômetro. Eu moro lá e as pessoas já têm vindo falar comigo até da caracterização que a Gilvete dos Santos fez. Junto com ela, pude ajudar a desenvolver um um figurino sem glamour nenhum e que mostra coisas que eu não mostraria. Além disso, tem o fato de o HD aumentar tudo... (risos). Comentam muito, principalmente do meu despudor de estar me mostrando assim, em uma novela das nove".

(Por Samyta Nunes)

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