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Coluna É Trend!

Herpes labial: médica e dentista explicam causas, sintomas e tratamento da doença

O beijo de Eliéser e Natália no 'BBB 22' aumentou as dúvidas na web sobre herpes labial, doença contagiosa com a qual o empresário está, de acordo com Maria, colega de confinamento. Ao Purepeople, a dermatologista Natasha Crepaldi e o dentista Rildo Lasmar respondem as principais perguntas sobre o assunto.

A herpes labial se tornou uma das tendências de buscas depois de um beijo protagonizado por Eliezer e Natália no "BBB 22": de acordo com Maria, colega de confinamento, o "brother" estava com a doença contagiosa.

Mas você sabe como é a transmissão, os principais sintomas e as causas dessa infecção? O Purepeople tirou as principais dúvidas com a dermatologista Dra. Natasha Crepaldi e o dentista Dr. Rildo Lasmar, da clínica SK.VI, de Samara Pink e Virgínia Fonseca.

Como acontece o contágio da herpes labial?

A doença é uma infecção viral e pode se manifestar nos lábios, boca ou gengiva. "Ela caracterizada principalmente pelo surgimento de pequenas bolhas, que, além do aspecto de ferida, também são dolorosas e incômodas", aponta Dr. Rildo.

Dra. Natasha explica também que o primeiro contato com o vírus acontece, na maioria das vezes, nos primeiros anos de vida. "Geralmente temos contato com o vírus na infância, e o vírus fica latente, isto é, dormindo no local, fazendo lesões de pele até muitos anos depois. Mas pode ser também transmitido por beijo ou copos, e pode voltar com frequência no mesmo local", detalha.

Herpes labial: vermelhidão e bolhas são principais sintomas

A dermatologista aponta que o início do quadro pode confundir os pacientes. "Surge uma pequena área vermelha e sensível, dolorosa. Em seguida, aparecem pequenas bolhas agrupadas que parecem pequenas espinhas, que logo se rompem", define.
"As bolhas rompem-se liberando líquido rico em vírus e formando uma ferida. É a fase de maior perigo de transmissão da doença. A ferida começa a secar formando uma crosta que dará início à cicatrização", aponta o dentista.

Beijei uma pessoa que está com herpes labial: o que fazer?

Neste ponto, os especialistas destacam a importância de remédios específicos, mediante consulta especializada. "Em alguns casos recomenda-se o uso de antiviral, principalmente em pessoas com deficiência do sistema imunológico", explica Dra. Natasha.

Além do uso de antivirais tópicos e orais, o expert em saúde bucal aponta a importância da nutrição. "Tente manter uma alimentação saudável com bastante vitaminas para aumentar a imunidade", sugere Dr. Rildo.

Herpes labial tem cura?

Infelizmente, não é possível curar-se da doença. "Como o vírus fica no estado de latência ele pode ser reativado a qualquer momento. Contudo, tratamentos ajudam a minimizar os sintomas", explica o dentista.

"As lesões de herpes ativo se resolvem e a pele costuma voltar ao normal, porém o vírus fica latente, isto é, 'dormindo' no nervo e pode voltar a fazer lesões na dependência de situações propícias, como stress físico, emocional, quadros febris, excesso de sol", acrescenta a dermatologista.

Herpes genital tem relação com o labial?

Segundo Dr. Rildo, as doenças são diferentes, mas podem ter ligação. "São vírus da mesma família, porém o Herpes labial é causado pelo sorotipo 1 e raramente faz lesão genital. E o herpes genital é causado pelo sorotipo 2 e raramente faz lesão labial", diferencia.

A dermatologista Natasha Crepaldi finaliza com a importância de prevenir o contágio entre as duas formas da doença. "Se um parceiro tem herpes labial oral, essa pessoa pode transmitir o vírus durante o sexo oral e causar herpes genital. O herpes é mais facilmente transmitido quando há feridas abertas, mas também pode ser transmitido antes que as bolhas realmente se formem ou mesmo de pessoas sem sintomas.", alerta.

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