Quase 24 anos após o assassinato do casal Manfred e Marísia von Richthofen, Suzane von Richthofen foi acusada de reação fria após o duplo homocídio. Namorado dela na época, Cristian Cravinhos, o irmão dele, Daniel, e a jovem foram condenados em 2006 a penas acima de 38 anos de prisão após assumirem participação no crime bárbaro, ocorrido em outubro de 2022.
Apesar da pena próxima a quatro décadas, a filha de Manfred e Marísia obteve a liberdade condicional em janeiro de 2023. Pouco tempo depois, a assassina confessa teria recebido uma quantia próxima do milhão da Netflix para ser retratada em documentário. Já nesse ano, Suzane se tornou inventariante da herança milionária de um tio, encontrado morto na própria casa após morte decorrente de causas naturais.
Entrevistado pelo canal "Bacci Notícias", Cristian falou da personalidade da ex-namorada. "Quando você entrar na internet, você vai encontrar todos os laudos da Suzane. Dissimulada, articuladora, psicopata… Isso não sou eu quem estou falando, são os psiquiatras da unidade quando ela fez avaliação para migrar de regime", listou ele, envolvido em acidente de moto no fim de 2025.
O irmão de Daniel relatou ainda ter sigo pego de surpresa com reação totalmente fria de Suzane ao procurar por ela horas após o duplo homicídio, confessado por ela aos 19 anos em 8 de outubro. "Depois de dois dias, comprei um buquê de rosas brancas pra ela, para pedir perdão, porque achei que ela ia estar destruída. E o que ela falou pra mim? 'Cara, cê tá maluco? Não tem que pedir perdão de p**** nenhuma, você me uma nova vida'. Essa é a Suzane. Meu arrependimento foi instantâneo", alegou Cristian.
Ele e Suzane não se falam há 20 anos. Agora, Cristian promote lançar um livro após as eleições (o segundo turno é no fim de outubro). "Vocês vão ver o que aconteceu no caso Richthofen. Eu não tenho versão, não existe versão. Eu e meu irmão trabalhamos com fatos, está tudo dentro do processo. Só vou narrar o que está no processo", disse.
O namoro de Suzane e Cristian, na época sem trabalhar e nem estudar, fora reprovado por Manfred. Ao depor, Andreas relatou que a irmã, Suzane, apanhou do pai durante uma briga ao agredir o genitor. Esse foi o único episódio de agressão do pai contra a filha, segundo Andreas, que cortou relações com a irmã após o crime ser confessado.