Suzane von Richthofen fez uma forte confissão envolvendo o estado emocional abalado do irmão, Andreas, após descobrir o assassinato cruel dos pais, Manfred e Marísia, em outubro de 2002 e na mansão da família. Suzane, o namorado, Daniel Cravinhos, e o cunhado, Cristian Cravinhos seriam condenados por envolvimento no crime em 2006 a quase 40 anos de prisão. Contudo, em janeiro de 2023, ou seja, pouco mais de 20 anos depois, a hoje empresária e inventariante dos bens de um tio milionário e falecido em janeiro último passou para o regime aberto.
A declaração de Suzane integra um documentário de quase 2 horas a se disponibilizado pela Netflix. Na longa gravação, a filha de Manfred faz fortes acusações contra o pai, uma delas envolvendo agressão à mãe e outra a ela mesma. E diz ainda ter se tornado uma "nova mulher" passadas mais de duas décadas do duplo homicídio.
Já sobre o irmão, foi enfática: "Ele gritava e chorava (ao descobrir a morte dos pais, aos 14 anos). Não era para ter sido assim. E eu tenho culpa porque causei todo esse sofrimento nele". A informação é da coluna "True Crime", do jornal "O Globo", acrescentando que segundo Suzane tal grito "ecoa até hoje" em sua cabeça.
Ainda no doc, Suzane fala que ela e Andreas não recebiam carinho dos pais e que se isolaram deles cada vez mais com o passar dos anos. Diz ainda se sentir responsável por proteção ao único irmão, mas que acabou destruindo a vida dele com a morte dos pais. A empresária, hoje mãe, conta também que fica abalada profundamente com cada notícia atual sobre Andreas.
Vale lembrar que o irmão de Suzane abriu mão do patrimônio de milhões do tio morto no começo do ano. Assim, ela se tornou a única herdeira, visto que o médico não tinha companheira, nem filhos, já havia perdido os pais e não deixou testamento. E foi o mesmo Miguel o responsável por ação judicial que fez Suzane perder sua parte na herança de Manfred e Marísia.
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