Serginho Groisman comanda o "Altas Horas" há 25 anos (desde 2000), e seu contrato com a emissora foi renovado até 2027. Sua trajetória é repleta de diversas conquistas, e o jornalista, que já fez um desabafo sobre as drogas, também marcou presença no SBT, antes de ser contratado pela Globo.
Esposo de Fernanda Molina e filho de imigrantes judeus sobreviventes do nazismo, ele esteve à frente do “Programa Livre”, do SBT, entre os anos de 1991 e 1999. A atração, que mudou de horário por diversas vezes, era de auditório, focada no público mais jovem.
Veterano nos programas desse formato, chegando até mesmo a passar por diversas situações inusitadas com famosos, Serginho contou ao “Zero Hora” sobre a relação com Silvio Santos, além do pedido que ele fez, quando recebeu o contato da emissora concorrente.
Em sua declaração, Serginho falou que estava na “TV Cultura”, bastante feliz. Posteriormente, recebeu um telefonema de Silvio:
“Quero que você venha para cá", disse Santos. Eu falei: "Olha, Silvio, só estou vindo aqui para ver você. Não estou pensando em mudar". Ele falou: “Você tem que mudar, porque aqui você vai falar com muito mais gente, mais gente vai ver você. Você vai ter liberdade”, destacou o famoso.
Para complementar o relato, Serginho ainda revelou que o ícone da TV brasileira mandou uma proposta bem vantajosa, quando veio a oferta para o “Plim-plim”:
“O Silvio começou a me oferecer tudo, mas tive que optar entre ganhar melhor no SBT ou ter um desafio novo em uma emissora como a Globo. Acho que, mesmo se desse errado na Globo, teria que aceitar, porque senão ia ficar sempre pensando no que poderia acontecer. Então, eu fui e, depois de tanto tempo, sigo aqui”, destacou o jornalista de 75 anos.
Atualmente, após o falecimento do Senor Abravanel, a emissora paulista segue sob o comando de Daniela Beyruti. Hoje, Serginho é um dos apresentadores que recebe um bom salário da Globo, além de ser conhecido por ser uma pessoa mais reservada, no que diz respeito à sua vida pessoal.
Quando ele foi questionado sobre isso, destacou que a TV é um ambiente grandioso para a mídia: "Isso veio meio como consequência. Eu era um jornalista que, de repente, apareceu na televisão. E a TV é um holofote muito forte. É claro que as pessoas me param, tiram fotos, mas não há comoção", destacou.
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